Atitudes que prometem um futuro mais consciente. (Veja minha reportagem sobre fazendas urbanas para a revista Casa Vogue)

Como inserir hábitos alimentares saudáveis na vida da criança

Introduzir uma alimentação equilibrada e nutritiva na primeira infância dos filhos é uma missão importante que pode se tornar divertida e prazerosa

Adquirir uma alimentação nutritiva e saudável desde cedo é essencial para boa qualidade de vida e prevenir infecções e patologias na vida adulta. E o período mais importante que ajuda a determinar qual será a educação alimentar de alguém ao longo de toda sua trajetória está entre os seis meses – fase do desmame – e os dois primeiros anos de vida, quando inicia-se a introdução dos alimentos. “A criança entrará em contato com alimentos que nunca experimentou antes e se esta apresentação for feita de forma desastrada e sem orientação poderá repercutir de maneira negativa para sempre, refletindo, por exemplo, quando a criança for maior e não gostar de um determinado alimento.”, revela a pediatra Natasha Slhessarenko, do laboratório Exame.

Por isso, o papel dos pais é fundamental na educação alimentar dos pequenos. “São eles que estarão apresentando os novos alimentos, seus sabores, suas texturas e as formas de preparo para a criança, portanto, serão os principais responsáveis por criar bons ou não tão bons hábitos alimentares no bebê.”, diz Dra. Natasha. A melhor forma dos pais colaborarem com a dieta dos filhos, segundo a especialista, é priorizar sempre alimentos frescos e naturais, como legumes, frutas e verduras, evitando ao máximo as chamadas ‘besteirinhas’ (doces, frituras e produtos industrializados, como refrigerantes, salgadinhos e biscoitos).

No entanto, a prática de muitos pais está na contramão do que uma boa saúde recomenda. De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em 2016, biscoitos, bolachas e bolos fazem parte da alimentação de mais de metade dos bebês brasileiros. O estudo ainda revela que os refrigerantes e sucos artificiais estão no cardápio de um terço das crianças com menos de dois anos.

Um dado preocupante levando em consideração que o os cinco primeiros anos de vida tem grande influência sobre o peso na vida adulta, sem contar os malefícios que a prática de uma má alimentação pode ocasionar na saúde das crianças. “De um lado, podemos ter a desnutrição, onde apesar da criança ingerir uma grande quantidade de comida, a qualidade muito ruim pode excluir nutrientes importantes para o organismo. Do outro, a obesidade com todas as doenças associadas, como diabetes, hipertensão, problemas articulares, emocionais e baixa autoestima.”, frisa o endocrinologista Sérgio Vêncio.

Segundo Anna Chiesa, Consultora Técnica do Programa Primeira Infância da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, a herança genética contribui para as preferências de determinados paladares, mas a cultura familiar e as experiências com os sabores é que vão definir principalmente os hábitos alimentares da criança. “Muita vezes o pai obriga a comer um alimento específico mas nem ele mesmo come, e a criança aprende muito mais imitando.”, revela. Diante disso, é recomendável que o pediatra conheça detalhadamente a alimentação da família e, assim, saiba a melhor forma de orientá-la.

Para a Dra. Natasha Slhessarenko, é mais fácil fazer com que a criança experimente diferentes legumes, verduras e frutas até os dois anos de idade, pois seu repertório com alimentos ainda é restrito. Nessa fase é frequente também – e natural – haver certa resistência da criança aos alimentos, já que ela não conhece totalmente os sabores. Os vegetais de cores verdes tendem a ser rejeitados, assim como os sólidos das papinhas logo após o desmame, uma vez que a criança deverá adquirir hábitos dos quais não estava acostumada, como sentar-se para comer e mastigar. “O ideal é tentar oferecer o mesmo alimento até oito vezes, nunca em dias consecutivos, e sob diferentes formas de preparo, para chegar a conclusão de que a criança não gosta daquela comida.”, completa a médica.

Uma dica funcional que pode ser usada após a criança sair da papinha – por volta de quase um ano – é utilizar verduras e legumes para decorar o prato e demonstrar para as crianças os alimentos de forma lúdica. Por exemplo: “vamos comer a arvorezinha” (referindo-se ao brócolis); “que tal uma florzinha?” (fazendo referência à couve flor); “olha que delícia o cabelo do (a) boneco (a)” (destacando a cenoura e a beterraba raladas).

Por volta dos três anos de idade, quando a criança passa a ter mais contato com ambiente externo e os amigos, eis que surge um novo momento importante na educação alimentar da criança. “Nesse período em que começam a frequentar a escola, as crianças adquirem autonomia em sua alimentação. Dessa forma, programas de educação nutricional integrados ao currículo escolar e à merenda devem ser construídos com a participação da família.”, ressalta a pediatra.

Nesta idade, uma boa forma de despertar a sua atenção para as frutas, legumes e verduras em casa é tornar a criança participativa durante a lavagem e o preparo destes alimentos (mas sempre com muito cuidado para evitar acidentes) e, até mesmo, levá-la à feiras e supermercados. Entre estas atividades, Natasha sugere explicar a importância de comer ‘verdes’ e experimentar novos alimentos para a saúde. “Assim, o paladar vai se aprimorando progressivamente e as suas preferências passam a se basear na textura, aroma e na apresentação dos alimentos, por isso deve-se deixar a criatividade fluir e caprichar no visual e paladar dos pratos.”, ressalta Dra Natasha. Certamente, estes costumes saudáveis, uma vez seguido à risca, só agregarão na boa saúde e disposição da criança.

 

CURIOSIDADES:

  • A importância das vitaminas:

– As vitaminas A e B, encontradas em frutas como banana e maçã, atuam no sistema ósseo e na circulação sanguínea da criança;

– A vitamina D, proveniente da luz solar e de peixes como atum, é importante para o fortalecimento de unhas, cabelos e também age na saúde muscular da criança;

– A vitamina C, consumida em sucos de laranja, acerola e na fruta goiaba, por exemplo, contribui para o sistema imunológico.

Fonte: entrevista Bruno Barbalarga (professor de educação física) 

Atenção, pais!

Segundo o endocrinologista Sérgio Vêncio, para evitar que a comida seja interpretada como um aspecto de punição ou premiação, alguns comportamentos devem ser evitados, como: obrigar a criança a comer mais do que pode, eventualmente provocando refluxo e vômito; premiar um bom comportamento com guloseimas; castigar a criança com jejum e festejar com fast food.

 

 

 

 

 

 

 

 

Gostar ou não das mães ‘perfeitas’ nas mídias sociais?

Vocês não acham incrível como as redes sociais nos conectam com o universo maternal em seus mais diversos assuntos? Há de tudo, mas de tudo mesmo pelo mundo virtual. Por exemplo, uso muito Instagram, e lá encontro desde comunidades de diferentes lugares do mundo até mães que decidiram criar seu micronegócio e mulheres que transformaram a própria rede social como uma fonte de renda após a maternidade — profissão hoje em dia conhecida como influencer digital. Bingo para estas mães que não querem abdicar da criação do filho (o que muitas vezes parece ser uma atitude insana para a sociedade) e desvendaram uma forma de se sentir ativa não só dentro de casa e ainda tirar lucro disso. Engano meu ou não, compartilhar um estilo de vida virou uma grande potência da internet e relacionar-se com ‘queridinhos da rede’ que exibem uma conta cheia fotos de paisagens bonitas e a família perfeita desperta sensação de conforto e fome de desejo para quem está do outro lado conectado.

Traçando um viés otimista e real: as mulheres estão mais felizes no sentido de não estarem num escritório por mais de 10 horas por dia sem acompanhar o crescimento do filho e, ainda assim, encontraram a oportunidade de se sentirem úteis e terem uma perspectiva financeira. Mesmo que isso pareça promover a si mesma, o que faz totalmente sentido já que ser mãe pode ser a estratégia de um novo negócio.

Fora que essa nova forma das se relacionar traz um papel importante à tona de impedir ou amenizar aquele sentimento de solidão e ansiedade que a maternidade nos traz, afinal, agora podemos trocar ideias e encontrar inspirações — mesmo que virtualmente — com tantas mulheres na mesma (ou parecida) situação que a gente. Mesmo com todas suas falhas que muitas vezes transpassa o conceito romântico da maternidade que deve ser descontruído ao meu ver, as mídias ocupam, de certa forma, uma função de ajudar as mães mais do que atrapalhar, vocês não acham?

Fico pensando como não devia ser no tempo das nossas avós que não tinham internet, TV, era casa, filho e ponto. Acho que eu enlouqueceria. Elas foram guerreiras, hein!  No mínimo, durante muito tempo a maternidade e seus desafios deram a muitas mulheres o combo dos sentimentos solidão e isolamento.

E mesmo que pareça falso de mais retratar imagens de mulheres perfeitas e não descabeladas, com a casa superarrumada e filhos limpinhos aquilo que consideramos como bonito, polido e inspirador é muito mais agrádavel de se enxergar do que imagens contrárias a isso, do meu ponto de vista. Eu mesmo uso a minha conta no Instagram para registrar e compartilhar o que me faz feliz e me trará boas recordações, como momentos com minha filha, marido e família, lugares e encontros. E talvez eu não tenha uma opinião formada sobre perfis que focam suas publicações em desgraças, tristezas, mazelas e na realidade nua a crua da maternidade. Sim, existe também. Outro diz zapeando pela internet encontrei um blog de uma pessoa X que foca nos conflitos entre seu marido e seus filhos, mas de uma forma com humor, o que achei legal. Não que eu me oponha a publicar essas coisas também, mas gosto de usar essa minha ‘porta para o mundo’ me conectando de maneira leve a agradável com aquilo que me faz bem e seguir esse padrão da cultura de massa. Quando olho uma revista gosto de encontrar coisas inspiradoras e que enchem os olhos. Gosto do que é belo e do que infla o peito de emoção e faz os olhos brilharem (libriana, minha gente! Hahaha). Mas isso não me impede de um dia publicar minhas dificuldades reais a fim de buscar ajuda.

 

 

 

 

 

De volta à infância

O avião mal trisca o chão e não vejo a hora de saborear aquela comida que acolhe a alma e alegra o coração. O calor, por ora, só serve para aquecer ainda mais o peito, saltitando de emoção. Passando por alguns lugares e observando certas paisagens, congeladas na memórias há 20 anos, rebobino a fita, volto no tempo em que só avia espaço para brincar e sonhar, e vivo tudo novamente, histórias que me transformaram em quem sou hoje e das quais sou muito grata por tê-las. Antes, o filminho da minha infância era visto e revisto de um único prisma. Agora, há um outro — e novo — olhar sob ela. É para esse olhar, ainda tão inocente e repleto de vivacidade, que reproduzo cada alegria que vivi ali, na terra em que me foi emprestada para chamar de minha durante os anos de inocência da minha vida.

Pé no chão, sobre mangueiras, amoreiras ou goiabeiras; pessoas do bem, felizes, que enxergam com a beleza do coração. Terra firme de tão seca, onde o sol brilha mais forte e as estrelas não se acanham em aparecer. Cachoeiras, montanhas rochosas e a transparência dos rios formam a tríade do coração desse pedaço do mundão.

Se recordar é viver, (re) vivo e trago na minha bagagem esse passado feliz que me faz tão bem!

 

 

Escolhi não sofrer com meu corpo

É mais ou menos assim: não basta ter que sofrer com a dor e o cansaço de amamentar, ficar a noite em claro, ter que lidar com as emoções (inclusive por conta da oscilação dos hormônios) do puerpério e ainda ter que escutar comentários de quando seu corpo vai voltar ao “normal”. Mas o que seria “normal”? Já que a moda é ser fitness e você acabou de parir, acumulando em seu corpo o inchaço de uma cirurgia mais os quilos somados durante a gestação é normal que os outros te façam essa pergunta. Normal para eles, só se for. Afinal, blogueiras, atrizes e celebrities voltam ao corpão sarado em questão de dias e porque você continua com esse barrigão?

Então, seja “anormal” e desencane das pirações humanas. Vou ser bem sincera com relação a minha experiência. Fiz um trabalho psicológico em mim para não me cobrar. A ansiedade me bateu por muitas vezes e comi, comi, como se não houvesse amanhã, mas daí passou e chegou um momento em que a fome de draga passou para a fome moderada. Espelho? Não fugi, mas também não fiquei me medindo nem me namorando. A barriga? Malemá olhava pra ela. Se voltasse ao normal, perfeito; se não voltasse, ia me correr atrás mas de forma sem me cobrar. Esperei o tempo certo. Comecei aos poucos a voltar ao que eu era de verdade com meu estilo de vida (isso inclui alimentação e atividades). Todas essas escolhes foram escolhas para não me fazer sofrer, como se já não bastasse o “sofrimento” de uma mãe que acabava de despertar em mim para uma nova vida.

 

 

 

Atitudes positivas geram filhos positivos e confiantes

Já que o assunto é sobre ser “positivo”, então vou tentar ser positiva no texto e mostrar que adquirir essa postura diariamente pode ser mais fácil do que a gente imagina, beleza?

A gente sabe que pensamentos positivos, mas positivos de verdade, transformam nossa realidade de forma benéfica. No entanto, ser positiva a todo momento é uma arte, assim como educar, bem como fazer dieta para emagrecer (gostou da comparação? :D). E pode soar um pouco mais trabalhoso ser positiva já que ser mãe e pai não tem horário comercial, a gente exerce a função all the time. E maisum motivo para você, mãe, você, pai, serem positivos. Afinal, sabemos que nossos filhos são nossos reflexos em tudo, desde as atitudes até mesmo os pequenos costumes, como os alimentares e as manias. Ser feliz é uma decisão diária, lembre-se disso! Por isso, que tal seguir algumas dicas para tornar essa hábito cada vez mais comum na sua rotina?

  • Acorde com um sorriso no rosto e gratos por serem pais, pois tem tanta gente que gostaria de gerar uma vida e não tem condições de adotar uma criança;
  • Adote um caderninho do seu filho com todas as atitudes positivas dele. Cada dia, anote uma ação positiva dele, caso ele ainda não escreva. Pode até ser um desenho que expresse algo de bom. Confesso que não sou muito ficar anotando, mas achei essa dica boa;
  • Ensine desde cedo a cumprimentar e a agradecer aos outros, a pedir “por favor” e até mesmo a soltar um sorriso fácil. Quem não gosta de ser contagiado por um sorriso de um bebê ou de uma criança?
  • Controlem seus pensamentos e palavras diariamente;
  • Tente trocar o “não” para outra frase, tipo: quando for pegar algo que não pode, mostre outra coisa que o pequeno pode brincar;
  • Demonstre o quanto a criança é amanda e cubra de carinho o máximo possível;
  • Ensine-os a transformar uma ação negativa em algo positivo, como: ‘eu não gosto do meu cabelo’, pode se transformar em ‘eu me amo exatamente como eu sou’ ou: ‘fiz bobagem mais uma vez’ por ‘eu aprendo com os meus erros’

Earl Nightingale (radialista americano que tratava muito de temas de desenvolvimento, motivação e existência significativa do caráter humano) disse: “Uma boa atitude faz muito mais do que acender as luzes no nosso mundo. Parece nos conectar magicamente com todos os tipos de oportunidades casuais, que estavam de alguma forma ausentes antes da mudança.”

Dedico este post a: minhas mães Célia e Rita e à dona Rosani Oliveira, vizinha maravilhosae super positiva que me ensina com suas palavras.

 

Brincando com as lentes

O perfume da infância transcende o olhar de Ucha Aratangy e ganha cor, forma e encantamento na sua fotografia Happiness, da Série “T” (2008). A imagem faz parte de uma coleção especial, vendida em tiragens bem limitadas na loja online http://loja.ucha.fot.br. Todas as fotografias são assinadas, numeradas e identificadas, impressas em papel Fineart 100% algodão. Quem quiser conhecer melhor o trabalho da talentosa fotógrafa, seu site é www.ucha.fot.br . Vale a pena!

Quando teu filho nascer…

Você vai escutar algumas vezes durante a gravidez: “aproveita pra dormir porque quando nascer…”. Ou: “quando nascer você nunca mais vai dormir por oito horas seguidas”. Sim, tuuudo verdade! Mas não se apavore, pois a natureza é tão perfeita que você vai descobrir uma força suprema e a capacidade de lidar com o dia a dia mesmo sem dormir bem e por várias horas seguidas!

E, quando teu filho nascer, mais do que descobrir a força que existe dentre você, irá encontrar uma paciência quase que de buda e uma desenvoltura para lidar com certos estigmas e pensamentos ‘machistas’.

Quando teu filho nascer, não precisa encarar a fortona o tempo inteiro, você pode gritar, esbravejar e se revoltar, mesmo que seja interpretada como uma reação típica de tpm ou uma insanidade momentânea por conta da queda brusca dos hormônios.

Quando teu filho nascer, se você por acaso quiser cobri-lo por várias camadas de roupa com receio de que sinta frio mesmo que o sol brilhe lá fora, o máximo que vai acontecer é você ter que tirar algumas peças logo em seguida. Então, deixe te olharem torto como se você, em vez de ter saído da maternidade pra casa, deveria ter ido direto pro manicômio. Tudo passa…

Quando teu filho nascer, pode incorporar a Loka do alcóol, pois, do contrário, vc corre o grande risco de sofrer depois porque o baby pegou um resfriado, gripe ou bronquilote (seríssimo isso!) e aquele misto de peso na consciência de não ter protegido o seu filho e cansaço por acumular noites mal dormidas vai te acometer.

Quando teu filho nascer, deixa as opiniões alheias de lado e filtre apenas o que te faz sentido, pois, senão, ficará totalmente confusa. Quando teu filho nascer, antes de tudo, vai na sua intuição. Aquela máxima de que “nasce um filho, nasce uma mãe” não existe à toa.

Quando teu filho nascer, aproveite a nova mulher, mais confiante, forte, guerreira, que passará a ocupar o lugar de uma persona passageira prestes a despontar para uma (nova) vida.

 

O segredo de uma boa ‘estória’

Se você acha que contar estorinhas que despertam medo e insegurança no seu filho não é uma boa está enganada! Contos como O Dedo Polegar, Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos, Bicho Papão devem fazer parte das estorinhas relatadas para os petiticos. Quem revela isso é o psicólogo e mestre em educação Marcos Méier. “Estes contos que misturam medos ‘fantasiosos’ como medo da escuridão, de morrer, do lobo, da floresta, com medos reais como o do Bicho Papão, que não existe, tem que fazer parte da infância. Na hora de contar, a mãe ou o pai, ao lado da criança, tem que mostrar que esses medos fantasiosos existem só na estorinha e aí elas aprendem a diferenciar estes sentimentos da imaginação dos medos reais desde cedo.”, diz o especialista em educação. Ele ainda completa: “na fase adulta, quando a criança já formada receber algum desafio profissional, por exemplo liderar um novo projeto, ela vai ter mais segurança e vai saber identificar o medo criado na cabeça dela, exercitado na infância com as estorinhas de terror.” Ele reafirma que as experiências com os contos que trazem medo faz com que o pequeno, já crescido, tenha maturidade suficiente para lidar com certas inseguranças/medos que foram aprendidos e vivenciados na infância.

E para que a imaginação e a criatividade sejam despertadas, a leitura desde cedo é primordial, afirma Méier. Por isso, livrinhos nunca é demais! “A fase em que o cérebro se desenvolve mais rápido é até os três anos de idade. Então, acredito que se estimularmos desde o hábito da leitura, certamente será muito benéfico à criança”.

Sim, a leitura é muito importante. No entanto, para que a criança se interesse ainda mais pelo universo do “Era uma vez…” e sinta-se, de certa forma, escutada pelos pais, uma boa tática é ‘inventar’ contos em parceria com os pais. Ou, seja, os pais devem compartilhar os enredos elaborados da sua imaginação junto com seus filhos. “Comece a estória e passa a bola pra eles inventarem um pouco; depois, conta mais um pouco; daí passa mais uma parte pra eles criarem e assim por diante… Assim, não subestimamos a imaginação dos pequenos e os contos podem ficar ainda mais divertidos”, revela o especialista, 😉

 

Pele em dia

Não sou nenhuma expert em beleza, mas adoro o tema e tento seguir pelo menos os cuidados básicos para a minha pele ficar mais ou menos e ter uma vida útil razoável hahaha. E a gente que tem mil e um afazeres não podemos esquecer dela, né? Na correria do dia a dia , tento seguir esses truques básicos:

  • Quando vou dormir lavo a pele e passo aquele creminho básico antirrugas;
  • Faço uma esfoliação uma vez por semana pelo menos. Se sua pele for mais pra oleosa, faça mais;
  • Bebo muita, mas muuuita água;
  • Uso protetor solar ao acordar e até a hora de dormir
  • Durmo, o quanto for possível, e aproveito as poucos horas de sono para descansar