De volta à infância

O avião mal trisca o chão e não vejo a hora de saborear aquela comida que acolhe a alma e alegra o coração. O calor, por ora, só serve para aquecer ainda mais o peito, saltitando de emoção. Passando por alguns lugares e observando certas paisagens, congeladas na memórias há 20 anos, rebobino a fita, volto no tempo em que só avia espaço para brincar e sonhar, e vivo tudo novamente, histórias que me transformaram em quem sou hoje e das quais sou muito grata por tê-las. Antes, o filminho da minha infância era visto e revisto de um único prisma. Agora, há um outro — e novo — olhar sob ela. É para esse olhar, ainda tão inocente e repleto de vivacidade, que reproduzo cada alegria que vivi ali, na terra em que me foi emprestada para chamar de minha durante os anos de inocência da minha vida.

Pé no chão, sobre mangueiras, amoreiras ou goiabeiras; pessoas do bem, felizes, que enxergam com a beleza do coração. Terra firme de tão seca, onde o sol brilha mais forte e as estrelas não se acanham em aparecer. Cachoeiras, montanhas rochosas e a transparência dos rios formam a tríade do coração desse pedaço do mundão.

Se recordar é viver, (re) vivo e trago na minha bagagem esse passado feliz que me faz tão bem!

 

 


Atitudes positivas geram filhos positivos e confiantes

Já que o assunto é sobre ser “positivo”, então vou tentar ser positiva no texto e mostrar que adquirir essa postura diariamente pode ser mais fácil do que a gente imagina, beleza?

A gente sabe que pensamentos positivos, mas positivos de verdade, transformam nossa realidade de forma benéfica. No entanto, ser positiva a todo momento é uma arte, assim como educar, bem como fazer dieta para emagrecer (gostou da comparação? :D). E pode soar um pouco mais trabalhoso ser positiva já que ser mãe e pai não tem horário comercial, a gente exerce a função all the time. E maisum motivo para você, mãe, você, pai, serem positivos. Afinal, sabemos que nossos filhos são nossos reflexos em tudo, desde as atitudes até mesmo os pequenos costumes, como os alimentares e as manias. Ser feliz é uma decisão diária, lembre-se disso! Por isso, que tal seguir algumas dicas para tornar essa hábito cada vez mais comum na sua rotina?

  • Acorde com um sorriso no rosto e gratos por serem pais, pois tem tanta gente que gostaria de gerar uma vida e não tem condições de adotar uma criança;
  • Adote um caderninho do seu filho com todas as atitudes positivas dele. Cada dia, anote uma ação positiva dele, caso ele ainda não escreva. Pode até ser um desenho que expresse algo de bom. Confesso que não sou muito ficar anotando, mas achei essa dica boa;
  • Ensine desde cedo a cumprimentar e a agradecer aos outros, a pedir “por favor” e até mesmo a soltar um sorriso fácil. Quem não gosta de ser contagiado por um sorriso de um bebê ou de uma criança?
  • Controlem seus pensamentos e palavras diariamente;
  • Tente trocar o “não” para outra frase, tipo: quando for pegar algo que não pode, mostre outra coisa que o pequeno pode brincar;
  • Demonstre o quanto a criança é amanda e cubra de carinho o máximo possível;
  • Ensine-os a transformar uma ação negativa em algo positivo, como: ‘eu não gosto do meu cabelo’, pode se transformar em ‘eu me amo exatamente como eu sou’ ou: ‘fiz bobagem mais uma vez’ por ‘eu aprendo com os meus erros’

Earl Nightingale (radialista americano que tratava muito de temas de desenvolvimento, motivação e existência significativa do caráter humano) disse: “Uma boa atitude faz muito mais do que acender as luzes no nosso mundo. Parece nos conectar magicamente com todos os tipos de oportunidades casuais, que estavam de alguma forma ausentes antes da mudança.”

Dedico este post a: minhas mães Célia e Rita e à dona Rosani Oliveira, vizinha maravilhosae super positiva que me ensina com suas palavras.

 


O segredo de uma boa ‘estória’

Se você acha que contar estorinhas que despertam medo e insegurança no seu filho não é uma boa está enganada! Contos como O Dedo Polegar, Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos, Bicho Papão devem fazer parte das estorinhas relatadas para os petiticos. Quem revela isso é o psicólogo e mestre em educação Marcos Méier. “Estes contos que misturam medos ‘fantasiosos’ como medo da escuridão, de morrer, do lobo, da floresta, com medos reais como o do Bicho Papão, que não existe, tem que fazer parte da infância. Na hora de contar, a mãe ou o pai, ao lado da criança, tem que mostrar que esses medos fantasiosos existem só na estorinha e aí elas aprendem a diferenciar estes sentimentos da imaginação dos medos reais desde cedo.”, diz o especialista em educação. Ele ainda completa: “na fase adulta, quando a criança já formada receber algum desafio profissional, por exemplo liderar um novo projeto, ela vai ter mais segurança e vai saber identificar o medo criado na cabeça dela, exercitado na infância com as estorinhas de terror.” Ele reafirma que as experiências com os contos que trazem medo faz com que o pequeno, já crescido, tenha maturidade suficiente para lidar com certas inseguranças/medos que foram aprendidos e vivenciados na infância.

E para que a imaginação e a criatividade sejam despertadas, a leitura desde cedo é primordial, afirma Méier. Por isso, livrinhos nunca é demais! “A fase em que o cérebro se desenvolve mais rápido é até os três anos de idade. Então, acredito que se estimularmos desde o hábito da leitura, certamente será muito benéfico à criança”.

Sim, a leitura é muito importante. No entanto, para que a criança se interesse ainda mais pelo universo do “Era uma vez…” e sinta-se, de certa forma, escutada pelos pais, uma boa tática é ‘inventar’ contos em parceria com os pais. Ou, seja, os pais devem compartilhar os enredos elaborados da sua imaginação junto com seus filhos. “Comece a estória e passa a bola pra eles inventarem um pouco; depois, conta mais um pouco; daí passa mais uma parte pra eles criarem e assim por diante… Assim, não subestimamos a imaginação dos pequenos e os contos podem ficar ainda mais divertidos”, revela o especialista, 😉

 


Natureza, natureza, natureza

Outra dia li sobre a importância das crianças (sobretudo bebês e até o começo da adolescência) em contato com a natureza. Os benefícios para a criança são váaarios, como, por exemplo, traz tranquilidade e diminui a ansiedade, além do ar ser mais puro e estar menos ‘propício’ a pegar certas doenças uma vez que elas estão mais entre aglomerações. É uma recomendação dos pediatras e da Academia Brasileira de Pediatria, pricipalmente para bebês e crianças de até 14 anos.

Então, se você mora em grandes cidades, leve o seu filho para visitar parques, ter contatos com bichos e, para o dia a dia, plante uma hortinha e tenha jardins para que ele tenha contato com plantas. Além de tudo é terapêutico e saudável. E quem mora em lugares arborizados e em meio ao verde, nunca é demais ter contato com a natureza.

 

Clicam e vejam o vídeo mais detalhado de um especialista explicando a importância do contato com a natureza: http://encurtador.com.br/adiOW