Pausa para um papo

Quantas mães você tem e você é?

Mãe. Mãe é quem cuida, quem ama, quem dá à luz e quem proporciona também. Mãe, é a mãe; é a irmã; a vó (foto); a sogra; a tia postiça (ou não); a melhor amiga da mãe que te viu de calcinha quando ainda era um tico de gente. Mãe, é a amiga que acolhe. É a mãe da amiga que te conforta. É a madrasta que se preocupa. Há muitas mães por aí… todas são mulheres de alma genuína, em fios de aço encapados por seda, belas e fortes mesmo com suas imperfeições, mas que amam rumo ao infinito. Com certeza você, assim como eu, tem várias. Porém, não mais especiais, algumas ecoam importância maior, aquelas que trabalham arduamente (e como!) para construir quem somos, cheios de indagações e desafios como num quebra-cabeça e a quem nos permitiu o milagre da vida. Feliz da mães, tanto para aquelas que possuem esse papel declaradamente quanto para as outras que mesmo sem ser oficialmente uma possuem postura de mãe.

Mãe na real, Pausa para um papo

Tenha filhos

Me identifiquei com o texto “Tenha Filhos” e gostaria de compartilhá-lo com vocês. Ele é uma descrição de diversas situações em que a maternidade nos coloca, desde economizar no tênis novo até se apegar à fé que antes estava um pouco perdida…  E como o texto diz, o melhor de tudo dessa experiência intensa, amarga e doce ao mesmo tempo é oportunidade de aprender e poder voltar atrás nas ideias. Não existe espelho nosso mais verdadeiro do que os nossos filhos para nos mostrar nossas ações, pensamentos e filosofias de vida. Vale a pena a breve leitura.

Happy family together hand in hand on the beach at sunset, summer time. Mother, father and a little child
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Maternidade relax

Maternidade divertida

Percebi nos olhos da Helena o quanto mergulhar de cabeça nos momentos em que estamos juntas faz bem para ela, e, sem dúvida, para mim também! Às vezes, estamos tão no automático que, quando paramos para ter o tempo com eles, não tiramos o pé do acelerador e eis que os zilhões de pensamentos continuam a todo vapor… Vocês já se pegaram nessa situação?

Esses dias pré e pós-festas de fim de ano tive momentos muito agradáveis com ela que me fizeram inclusive refletir sobre a importância de entrar na onda dos filhos, mas, para além disso, o quão faz bem sair do óbvio, do certinho, daquilo que é planejado, sabe?

Entrar com ela na piscina de roupa e tudo, pular, fazer ‘chuva’ de água com os pés me fizeram tão bem quanto para ela. Coisa simples, mas que tira as melhores risadas dela e me fazem sentir feliz. Notei que é necessário para mim, para ela, para a nossa relação sair do automático e fugir da mesmice. Que eu me permita sempre fugir do comum. De vez em quando, dormimos todos na sala e ficamos assistindo filme até pegar no sono. Alguém tem dúvida de que ela gosta? Aliás, quem não gosta disso? Desenvolvemos algumas atividades para curtirmos juntas ou em família, como tomar sorvete, fazer pic-nic e ir pra cozinha. Mas sempre tô pensando em ampliar esse repertório de novas diversões que, por sinal, eu adoro (quem tiver dicas, são sempre muito bem vindas!).

Ah, também tive ideia de criar um slogan só nosso. Relembrar as coisas legais do dia e inventar músicas para situações cotidianas também fazem parte da nossa diversão. E também improvisamos fantasias juntas!

Mas o que fazer para que os compromissos do dia a dia não nos façam esquecer do essencial da vida — ter momentos simples e que fogem do comum? Fernanda, que tal uma agenda? Ler esse post de vez em quando? Taí duas boas… Então, vamos exercitar o desapego da rotina nossa de cada dia e abrir a caixa da imaginação para o mundo encantado das nossas crianças? Mãe relax, ativar! 😀

Mãe na real, Pausa para um papo

O aprisionamento do ‘sim’

Gentem, qual o grau de dificuldade de vocês em dizer não? O meu é grande! E agora que sou mãe me pego tendo que exercer essa palavra váaarias vezes.

Com dois anos e oito meses, a Helena tem testado bastante até onde vamos com o “não”. Às vezes, sem perceber, me pego permitindo ou cedendo certas coisas que poderiam dar lugar a essa palavra que, por vezes, soa como algo negativo, mas que terá um impacto positivo na vida dela, certamente. Essa questão abre prerrogativas para as minhas divagações de que o “não” não é de todo mal e tem seu lado positivo. Daí podemos trazer vários exemplos para além da maternidade, por exemplo: um amigo que te faz um convite e você está indisposto mas não recusa com receio de “pegar mal”. Venhamos e convenhamos, que, apesar de vivermos numa cultura na qual constantemente colocamos o outro em primeiro plano, autoqualificar nossas vontades menos importantes do que a de um terceiro é péssimo.

Mas, voltando ao tema do “não” para os filhos, tenho tentado ponderar quando dizer não e quando posso ser mais permissiva. Tá, OK, disse NÃO, porém, ela chora, esperneia, ai ai ai, faço um passeio em torno das minhas culpas, do cansaço e, por fim, entrego a ela a oportunidade para abusar, manipular e me ganhar: um sim, um tá bom ou um só dessa vez… Não, definitivamente não, Fernanda, vá até o fim e mantenha-se firme com o seu N-Ã-O.

Esse é um dilema que vivemos hoje em casa com Helena: saber ponderar quando sim, quando negociar ou quando não é não. E se seu filho vive a adolescência dos bebês ou os terrible two como no caso da minha Helena, daí, amiga, vamos ter que ser mais fortes ainda. Mediante a um não, ignorar as birrinhas, esperar acalmar para conversar, retirá-lo do meio das pessoas e no momento de tranquilidade ajudá-lo a entender os seus sentimentos para que possa aprender a lidar com eles. O psicoterapeuta Leo Fraiman diz: a criança PRECISA aprender a criar, a negociar, a ceder, a esperar e a se frustar.

Ufa, que tarefa árdua, mas quem disse que seria fácil?

Dizer “não” é um sinal de amor
Pausa para um papo

A arte de escutar

Silêncio. Alguém aqui já parou para prestar atenção no silêncio?

Percebi que o silêncio também ensina. Ele pode transformar, fortalecer e até mesmo acolher.

Na ausência dele, pode vir o medo, o desespero, a agonia, o sofrimento, a soberania. Na sua presença, a calmaria, o chocolate quente em dias nublados.

Escutar é melhor do que falar — em várias ocasiões, quase sempre, talvez. A razão do silêncio traz paz. Afinar a escutatória é perceber a respiração, aquietar o coração. É notar que existe um mundo para além de você. Exercitar a escuta é treinar acalmar a alma.

Como disse o escritor Rubens Alves em “A Escutatória”: “Todo mundo quer aprender a falar, ninguém quer aprender a ouvir”.

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Maternidade e como a idealizamos

Oi mãramãmães, oi paripapães. Vcs, antes de terem a digníssima missão de criadores, idealizavam o mundo fantástico da maternidade e paternidade? Tipo, planejavam zilhões de coisas para que tudo saísse dentro dos conformes quando chegasse a tão esperada hora de aumentar a família? Outro dia uma colega disse que pretendia ter filho no próximo ano e que tinha que se preocupava com quais cursos preparatórios deveria fazer para estar mais preparada com a chegada do neném. Daí me veio uma coisa à cabeça: o quanto às vezes agente idealiza a maternidade e na hora da prática tudo (ou quase tudo) acontece diferente, de uma maneira mais natural, espontânea e instintiva. Tentando não desanimá-la com suas vontades (porque sonho é sonho), minha resposta a ela foi: deixa fluir e quando chegar a hora (a gravidez) vc decide se fará o curso, pois quando vc se tornar mãe aquela máxima de que “nasce um filho nasce uma mãe” vem à tona, pois é a mais pura verdade.

Quando engravidei, não estava planejando ser mãe. Vivia um momento de crise na minha profissão, sem emprego formal, e o pouco que entrava com meus trabalhos de freelancer não davam nem pra mim. Não tinha plano de saúde e consegui ter o melhor pré-natal do Brasil pelo SUS (isso mesmo!). Com a ajuda da família e dos amigos o universo da Helena foi ganhando forma e cor e a maternidade foi se incorporando aos poucos dentro de mim. Helena nasceu, muitas vezes surtei com minhas inseguranças, pertinentes a quem eu sou e à maternidade de primeira viagem, mas, no fim, lembrava da frase do pediatra dela, profissional prático e experiente que me tranquilizou em muitos momentos de pirações — aliás, um tema para eu contar para vocês a qualquer momento. Ele dizia: “escute sua intuição, apenas, você saberá o que fazer”.

Acho que maternidade não tem um segredo-chave, instruções, mais do que tudo é viver diariamente a experiência de ser mãe e pai. É dialogar com você mesmo sobre condutas, crenças e valores em prol de um ser em formação.

Ser mãe na prática e na imaginação
Pausa para um papo

Poema para uma mãe

Se você se culpa por ter voltado a “trabalhar” e não estar full time com a cria, relaxa, faz parte, a maioria das mães fazem isso e todas sobrevivem.

Se você se culpa por ficar muito tempo com a cria e se sente sobrecarregada, estressada e exaurida, relaxa, está tudo bem, tudo passa.

Se você se culpa por ter cuidado um pouco de você e ter deixado de dar a “atenção” total para a cria, relaxa, está tudo sob controle, pra cuidar do outro você também precisa de cuidados.

Se você se cobra por não ter mantido aquela paciência praticada diariamente, fica tranquila, você não é de ferro e como qualquer ser humano tem seus “dias”.

Se você se arrependeu de ter investido uma grana com roupas e afins pra se sentir bem e atender a uma necessidade natural, tá tudo bem, você também precisa — e merece.

Se você se culpou por ter esticado o expediente para encontrar a amiga, se socializar faz parte de uma mente saudável, respeite-se.

Se você se critica por ter dormido um pouco mais e não ter dado conta de “tudo”, relaxa, Roma não foi feita em um só dia, por que você tem de conseguir fazer tudo em 24 horas?

Se você se culpa por não ter ensinado a falar, andar e desfraldar seguindo os manuais de “conduta da melhor maneira de criar o filho”, relaxa, o que serve para os outros pode não se enquadrar para você e seu filho.

Se você se culpa por não ter voltado à vida de antes, fica tranquila, isso nunca acontecerá, pois, agora, você é um outro ser e bem-vinda ao universo em que doação, renúncia e amor andarão sempre juntos.

Mãe na real, Pausa para um papo

Contrate uma mãe!

Você, assim como eu, já foi a uma entrevista de trabalho e se sentiu um pouco invadida pelo simples fato de ser mãe? Quê? É isso mesmo? Sim, é, amiga. E não estou dramatizando não, é fato mais que consumado que muitas recém-mães, ao tentar se recolocar no mercado de trabalho, se sentem “excluídas”, a começar na entrevista de empresa quando o foco deixa de ser as qualificações e competências para a vaga pleiteada e passa a ser a sua vida maternal. Chega a ser constrangedor.

Daí eu me pergunto: em vez de nos bombardear com perguntas sobre o que faremos caso o filho ou filha fique doente ou numa situação de ter que esticar o trabalho com quem a criança ficaria, por que não descobrir quais são as qualidades que nós mães desenvolvemos com a maternidade e que podem contribuir para o trabalho? Aprendemos muito e desenvolvemos algumas caraterísticas importantes com o papel de mãe. Pode ser que você tenha descoberto a caminho para os planejamentos, pode ser que aprendeu a ser mais organizada, a realizar várias tarefas ao mesmo, a escutar melhor a sua intuição, a ter mais empatia, a cozinhar, enfim… Mas algo aprendeu. Aliás, a vida de uma criança em si traz muitos aprendizados não só para a mãe, mas para o pai e família como um todo. Já reparou como uma criança para trazer mais amor? Já reparou como ela nos ensina? Cuidar de um ser já é um aprendizado constante de doação.

No entanto, antes da maternidade me transformar e trazer essa mudança orgânica, já existia uma profissional com determinadas competências que não podem ser anuladas por que eu, você nos tornamos mães. Isso não deve ser empecilho para as empresas. Porém, nada está perdido. O site Contrate uma Mãe foi desenvolvido especialmente para mães que querem se recolocar no mercado de trabalho. Com um layout todo engajado com essa questão, que faz questão de ressaltar o empoderamento feminino e as qualidades que uma mãe pode ter, é totalmente gratuito 🙂 !

Além disso, percebo que o mindset de muitas empresas vai contra esse “estigma” por parte de algumas e fazem questão de valorizar a mulher que é mãe. Essas instituições oferecem programas dedicados à maternidade, licenças estendidas e até creches (pasmem!) dentro de seus escritórios. Vamos torcer para que a cultura do “mãe sem vez” dê cada vez mais lugar para a “mãe da vez”!

 

Pausa para um papo

Eu falo, tu falas, eles falam…

Quantas vezes você se deparou cortando a pessoa numa conversa ou foi até marte e voltou enquanto a pessoa falava? Ou já se viu falando com alguém que parecia te ouvir quando, na verdade, em vez te querer entender a sua linha de raciocínio, já logo te interrompia com único objetivo de querer te responder? Pior: a pessoa te pergunta algo e não escuta sua resposta (xiiii, quem nunca?). E quando uma fala mais que o outro sendo que ninguém entendeu ‘lhufas’? Daí já não virou mais ruído e sim zumbido, barulho estridente, esganiçado (rsrs). Caracas, falar é fácil, difícil é se comunicar… cheguei a essa conclusão.

Nas minhas andanças pela internet encontrei este vídeo de uma TED sobre como falar de um jeito que o ouvinte queira ouvir e entender. Achei muito bom! Vejam e me falem o que acharam. Quem já conhece, assista de novo porque vale a pena 😉 !

 

 

 

Kids, Mãe na real

A felicidade existe e mora (também!) na Dinamarca

Você sabia que o povo dinamarquês foi considerado o mais feliz do mundo durante quatro décadas e agora ocupa a terceira posição no ranking?  Dentre tantas provas que revelam isso estão as edições do Relatório Mundial da Felicidade, publicado Pelas Nações Unidas, e as pesquisas realizadas pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD). O livro “Crianças Dinamarquesas”, de Jessica Joelle Alexander e Iben Dissing Sandahl, não traz só estas estatísticas como também ilustra de maneira clara e objetiva — bem como uma manual — as evidências que tornam essa cultura nórdica entre as mais felizes do mundo. Como uma jornalista e mãe curiosa que sou, mergulhei na leitura em busca de informações e tanto adorei que super indico tanto para os pais quanto para quem ainda não vive essa experiência, pois o livro faz a gente lançar mão de uma filosofia de vida que muitas vezes foge do habitual, do que estamos acostumados e fomos condicionados a enxergar, pensar e agir. Profundo? Ah vá, se reenquadrar a uma nova visão é mais fácil do que ganhar na loto. Não, não ganhei nada para fazer “propaganda”, eu simplesmente recomendo porquê é bom, faz a gente ampliar nossos horizontes enquanto pais e seres humanos. Hahaha tô filosofani muito, né?! Então bora pro que interessa e veja abaixo o que eu listei de interessante:

  • Se amar em primeiro lugar – Para ensinar nossos filhos se amarem e amarem o próximo o princípio básico é Nos Amar em primeiro lugar. O livro frisa isso logo de cara. Aquele pensamento de que nossos filhos vêem em primeiro lugar não é bem assim… Primeiro temos que nos cuidar, nos amar, para estarmos aptos a nos doar e cuidar das nossas crias.

 

  • Visão Otimista Realista – Fugir da linguagem limitadora, dos famosos rótulos, tanto negativos quanto positivos, pois elogio demais pode tornar a criança narcisista em sem determinação para encarar as dificuldades na vida adulta. O otimista realista é diferente do otimista exagerado — aquelas pessoas cujas vidas parecem ser tão perfeitas que às vezes soam falsas. Os otimistas realistas, característca nata dos dinamarqueses, minimizam os termos e ocorrências negativos e criam hábitos de interpretar situações de uma maneira mais positiva, ou seja, enxergam as experiências não só a partir do preto e branco, mas através de outras nuances. Exemplo: em vez de “Odeio andar de avião”, para eles seria assim: “Viajar é ótimo depois que saio do avião”; “Sou péssimo cozinheiro”, eles trocam por: “Tenho que seguir receitas para não errar.” E assim vai… Ah, algo que achei bem interessante é que eles não associam os filhos a seus comportamentos, afinal, por traz de posturas isoladas existem sentimentos e necessidades. Nesta caso, um exemplo: “Ah ela é chatinha para comer.” Negativo, ela pode estar assim porque pode estar com sono e cansada e naquele momento não quer comer.

 

  • Elogiar o processo e o esforço – os dinamarqueses tomam muito, mas muuuuito cuidado ao elogiar seus filhos, uma vez que elogios em excesso podem culminar em uma pessoa no futuro extremamente vaidosa, egoísta e com uma visão fixa sobre as coisas, até mesmo acomodada, por assim dizer, e no primeiro problema que enfrentar correr o risco de desistir logo de cara. Exemplo: em vez de: “Parabéns, você é muito inteligente, acertou tudo!” substituir por:”Acho que esse exercício está fácil demais, vamos tentar outro mais difícil?”. Ou em vez de: “Nossa, que desenho lindo, parabéns!” trocar por: “Muito obrigada pelo desenho que fez pra mim! O que desenhou? No que estava pensando quando o criou?”

 

  • Resiliência – o espíritio de resilência estimulado pelos dinamarqueses é evidente. A começar pelos filmes que assistem, muitas vezes com finais tristes. O que foge de um padrão que estamos acostumados, não é mesmo? No entanto, assistir histórias com finais não muito gratos faz nos colocarmos naquela situação e nos tornarmos mais gratos por termos uma vida ‘perfeita’, digamos assim. Além disso, quando enfrentam problemas, os dinamarquesas os encaram sempre a partir de uma ótica positiva, enxergando sempre o lado bom das experiências. Muitas vezes até com um certo humor. Então se o filho está chateado por que não se saiu tão bem numa partida de futebol, o pai pode brincar com essa situação e dizer: “Mas porque está tão triste? Você quebrou a perna, quebrou? Não. Da outra vez você ganhou e dessa vez não se saiu tão bem, porém podemos treinar para que da próxima vez você se saia melhor!”

 

  • Pensar no outro – Trocar o EU por NÓS. Eles utilizam o termo de socialização hygge, que tem origem do termo alemão hyggja e significa “sentir-se satisfeito”. Em reuniões entre famílias e amigos eles deixam as diferenças de lado e se concentram no lado bom das pessoas que amam, o que torna o clima mais acolhedor e os momentos ainda mais felizes. Odeiam os dramas de adultos, negatividade e divisionismo. O foco é curtir os momentos, serem gratos e quererem passar isso a diante para suas crias. Participam de projetos coletivos, incentivam a ajudar o outro e aprendem a buscar o ponto forte e fraco do colega. A grosso modo, estimulam a empatia.

 

  • Ouvintes natos de seus filhos – eles não só escutam seus filhos, repetem o que eles falaram para deixar claro que os escutou, como também ajudam a resolver seus problemas e desavenças entre os amigos. Eles explicam as regras e fazem perguntas para ajudar seus filhos a entender melhor a situação.

 

Enfim, é um texto leve e muito objetivo. O único ponto negativo que achei é que acaba sendo redundante em algumas partes e muitas explicações que estão ali eu já tinha visto em leituras mais rápidas na internet, mas serve para reforçar valores bem interessantes.