Yoga e Meditação

Precisamos falar sobre TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo)

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Há dois anos que descobri que tenho TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). O diagnóstico veio depois de anos de acompanhamento com a equipe da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).

Não sei se dói mais sentir os sintomas, como ansiedade ao extremo e pensamentos obsessivos compulsivos, ou saber que não existe remédio para a cura TOTAL desse distúrbio.

Mas, para os esperançosos de plantão, o bom é que os sintomas podem ser amenizados com ansiolíticos, por exemplo; e atividades físicas e meditação podem até fazer essa ansiedade crônica cair no sono e dar um trégua para quem a sente.

No auge da minha ignorância, eu achava que, quem tinha TOC, era somente pessoas que tinham mania de limpeza ou repetição de uma mesma ação (como checar várias vezes se a porta do carro está trancada). Mas, na verdade, o TOC é um buraco muito mais profundo do que imaginamos.

De fases, pois tem vezes que está “controlado” e, em outras, com a “bruxa solta”, o Transtorno Obsessivo Compulsivo pega bem na ferida de quem o tem. Em algumas situações, quem atravessa esse mal costuma ter pensamentos obsessivos repetitivos relacionados à questões que a própria pessoa repudia, como discriminação, abuso sexual, se colocando, muitas vezes, no lugar do “agressor”.

São várias causas relacionados a esse transtorno, entre os panos de fundo desses pensamentos que invadem como fantasmas que vêm para assombrar nossos sonhos são medos e traumas.

A medicina também explica que o Transtorno Obsessivo Compulsivo pode dar o ar da graça quando ocorrem alterações na comunicação entre certas zonas cerebrais, associado a histórico familiar. É, como disse uma vez o médico obstetra: não herdamos da família só os olhos claros.

Quem vem travando uma batalha com esse tipo de ansiedade crônica sabe que não é falta de amor-próprio, sabe que não é simplesmente ser forte para “controlar o pensamento”, que uma reza braba não vai sanar todas as suas “dores”.

Porém, adquirir o autocuidado, fazer o que gosta, estar com pessoas que ama e que não vão lhe julgar são remédios que acalmam essa alma agitada. É como se esse espírito que agoniza não se sentisse pertencente desse mundo cheio de impunidades, maldades e injustiças.

A sorte é que a cultura, o autoconhecimento e a ciência formam a tríade perfeita para os “TOC-TOC” de plantão.

Beijos. Com. Carinho. Fernanda. ❤

autoconhecimento · Pausa para um papo

Se autoconhecer é um parto sem fim, mas que vale a pena ser assistido todas as vezes que esse marco na vida humana acontecer

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Sei que não deveria ser de vez em quando, pois foi como uma promessa de casamento: na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, eis que eu jamais o abandonaria. Foi difícil entender que eu estava insistindo em algo que não teria futuro, ou melhor, que faria sentido para mim no meu atual momento, já que, de uns tempos para cá, tenho me despido por inteira, sem nenhum pudor. É, caros, o espelho tem sido meu companheiro confidencial e olhar pra ele às vezes dói, uma vez que chego a não me reconhecer.

Mas, como nos relacionamentos, “dar um tempo” faz bem pra cabeça e pro coração, recalcular a rota é necessidade inerente da existência humana, pois, se estamos aqui para evoluir, precisamos rever nossas atitudes e conceitos de tempos em tempos.

Quando essa história da amor nasceu, eu era Fernanda. E, embora já tivesse nascido uma mãe dentro de mim, a Fernanda, na sua forma mais nua e crua, não tinha sido parida ainda. Precisava de tempo para curar, tomar corpo e pum: se lançar. Lançar para o alto avante, para a terra desconhecida que instiga medo e faz a gente querer desistir de acreditar no nosso potencial.

Esse terra tem nome e sobrenome e se chama Autoconhecimento com uma pitada de Amor-próprio. Digo amor próprio porque, quando chegamos na beira do abismo (é isso que o se descosturar faz!), o último gole que nos reste é o de amor-próprio. É preciso tirar das entranhas a fé em nós mesmos para continuar firme e forte.

Às duras penas, venho aprendendo que, quando existe um medo descomunal latente em nosso ser, é sinal de que o caminho tende a dar certo. Mas, certeza, certeza mesmo, só teremos quando chegar ao destino. Mas é aí que tá, talvez esse destino seja tão longe quanto a distância entre o céu e a terra e, quiçá, só passamos a conhecê-lo quando ingressarmos em outro planeta, num cosmo desconhecido nessa vida terrestre.

Por isso, como numa relacionamento em crise onde os dois lados se esforçam para dar certo não faz sentido olhar para trás. Afinal, o passado é um lugar onde não caibo mais e seu propósito foi servir de trampolim para eu chegar a conclusão do que quero e não quero — tanto ser quanto ter.

E nessas minhas andanças pelo labirinto que abriga o meu ser. revisito quem eu era aos dois, aos cinco, aos dez anos… e me reconecto com a Fernanda de hoje. No entanto, durante alguns momentos de distração sinto a Fernanda na sua forma mais límpida sem esvair entre os dedos. Tento segurá-la, mas minha ansiedade e inseguranças reaparecem para mostrar que não estão aqui pra brincadeira.

Cacilda, esse ônus de existir precisa fazer algum sentido, em algum momento da vida, em alguma situação. Então quer dizer que aquela “velha máxima” de que “Nem Tudo São Flores” é verdade? Poxa, vivi um terço da minha vida acreditando que isso era possível, mesmo inundada pelo drama de uma vida longe da família de origem.

Sim, ocorre que é possível encher de flores uma vida e aprender a ignorar os espinhos e, dependendo da resistência que você carrega, quebrá-los com os dedos, dando de ombros para eles.

Quanto ao futuro da minha relação com esta página, é indefinido. Mas, quando o assunto é compromisso comigo mesma, esse, mesmo nos meus lapsos mais profundos, eu carimbo com minha assinatura e registro em cartório em regime vitalício.

Yoga e Meditação

Como pegar leve com você no final de ano

Foto: De Caroline Veronez para Pexels

Sente que está se desdobrando em mil, equilibrando vários pratos, e mesmo assim não é o suficiente? Parece sempre que você está deixando a desejar em algo, seja como mãe, profissional ou dona de casa? A primeira coisa que eu digo e que você já deve ter escutado centenas de vezes é: pegue leve com você. Se até as máquinas pifam quem dirá nós, meras mortais?

A segunda coisa é não querer abraçar o mundo, isso nos traz um desgaste mental absurdo que não merecemos ter. E, com a chegada do ano, a pressão sobre nós mesmas é ainda maior, é o planejamento das festas de final de ano (mesmo as crias não passando com a gente nesse ano, como é o caso de muitos pais separados como o meu), a tensão em conseguir fechar todas as contas sem ficar no vermelho, a indecisão se arrisca viajar mesmo com orçamento apertado só para dar uma trégua a você mesma, a necessidade de achar uma roupa para o ano novo, a pressão de conseguir entregar tudo no trabalho com muito esmero, o desejo de querer torrar todo o 13° com a cria – é, sempre pensamos mais neles do que na gente! Enfim, se durante o ano todo sentimos a pressão de ter que dar conta de tudo parece que nessa reta final tudo recai sobre a gente de uma vez. Uma coisa pode te trazer conforto: não precisamos bater todas as metas.

A casa pode ficar para depois, aquela roupa que você namora pode esperar se for pra ser sua, a viagem pode ser feita em um outro momento em que você tiver mais desafogada. O segredo é ponderar o que é necessário e urgente e o que pode esperar um pouco. Claro que sempre priorizamos nossos filhos, mas, que tal colocar nessa balança algo que pode ser benéfico a você como ir ao parque, andar de bicicleta, consumir conteúdos edificantes durante o dia na cama, visitar aquela tia que você não vê há um tempão? Enfim, cercar-se de coisas que vão inflar teu coração e preencher o seu peito de alegria! A única pessoa que você estar com tudo em dia é você, então, cuide da sua mente, do seu espírito e do seu corpo, trata-se com todo amor do mundo para que você seja melhor fonte de amor para os seus.

Com carinho, Fernanda D’Angelo ❤

autoconhecimento · Pausa para um papo

Uma parcela da população é mais sensível e sofre mais com as ‘dores do mundo’

Imagem: Poppy Cat (@smithy670)

Dizem que 15%  da população é altamente sensível, posso me considerar que estou nesse bololô. Tudo me dói, existir me dói, injustiça me dói, desigualdade me dói, qualquer tipo de preconceito me dói. Eu não tolero falta de respeito com ser humano. Meu pai e minha família sempre me criticaram por eu ser assim, cheia de “mimimi”.

Eu era aquela que, aos dez anos de idade, dava comida para crianças com fome, que se fosse preciso eu tirava da minha boca para dar para quem mais precisava. Eu choro, me inquieto, me indigno com a falta de justiça. Choro com propagandas, com imagens, com lembranças, com músicas. 

Ser uma pessoa sensível tem seus senões… Você acaba tomando a culpa pelo mundo ser o que é sua e daí, amiga, o nosso equilíbrio fica por um triz. Tudo pode virar ansiedade, tudo pode ser motivo para te assombrar se você não controlar esse demônio da mulher culpada/ impostora adormecido dentro de você.

Acho que pessoas mais sensíveis precisam de uma dose extra de psicoterapia. Sim, porque, além das suas dores, precisam lidar com as dores do mundo, e, pra digerir isso tudo, a juda de um profissional cai muito bem. Recorrer à leituras, filmes e músicas também são um santo remédio!

Se descosturar e se remendar por dentro é dar chance de você tentar de novo, é buscar um novo caminho para suas curas, é se apegar ao seu autoamor e fazer dele o combustível necessário para se despontar na vida.

Pessoas mais sensíveis, possuem a capacidade de ter mais compaixão e respeito ao próximo, pois sabem onde o calo pode apertar no outro. São pessoas mais cheias de dedo, que, por vezes, pisam em ovos na tentativa de não cometer os mesmos erros alheios.

Também são pessoas que se cobram com mais frequência e também correm o risco de serem denominadas como egóicas, afinal, tudo pode ser motivo para se machucar quando na verdade o que elas estão buscando é viver em um mundo melhor, com mais empatia e amor.

Ei, migs, espero que esse texto faça sentido para você. Ficarei feliz e grata se puder comentar e/ou compartilhar o meu texto. Com amor, Fernanda ❤.

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A Paixão Pela Prática do Yoga

Conhecer a yoga e praticá-la foi uma das melhores e mais importantes decisões que tomei para minha vida! Yoga, que significa união, do corpo e da alma, do microcosmo e do macrocosmo, transformou a minha vida e acredito que essa prática se transformará ainda mais ao longo do tempo.

Imagem dos mestres da linhagem Kriya Yoga

Embora eu esteja sem praticar, enfim, me perdi um pouco no meio do caminho e não posso dizer que parei de praticar por falta de tempo ou dinheiro. Pois hoje você consegue fazer aulas de graça pela internet (já fiz muito!) e dá sempre para acordar mais cedo. Mas ocorre que enjoei um pouco de meditação online e quero voltar a fazer presencial, no entanto, para isso, é necessário tempo e dinheiro, coisas que no momento da minha vida estão escassos, mas logo se ajeitarão.


Neste último final de semana fiz iniciação em Kriya Yoga, uma prática de meditação científica baseada no controle da respiração e da concentração dos chacras. “Kri” significa todas as atividades diárias e “ya” divindade. Essa linhagem, é uma das mais antigas de meditação e tem por objetivo remover sofrimentos físicos e mentais atingindo a autorrealização.

A prática é tocada nos chacras, que são centros energéticos. Com o tempo (tenho feito todos os dias), os órgãos dos sentidos são purificados e recebem ou dissipam energia. Segundo Kriya Yoga, a respiração é a alma, e sem a respiração não há vida, portanto, não existe corpo sem alma. Complementando, a linhagem se concentra em três qualidades de vidas durante a meditação: luz divina, som divino e pulsação divina.

A iniciação em Kriya Yoga durou dois dias, sábado e domingo. No primeiro dia teve a iniciação de fato e depois iniciamos a prática até domingo no final da tarde. Eles pediram para levar 5 flores e 5 frutas. Esqueci as flores, porém levei mais frutas do que deveria, levei duas mangas, uma caixa de uva e outra de peras.

Cedi 5 peras para uma pessoa que não havia levado frutas. Um dos voluntários até se emocionou com o meu certo exagero em levar tantas frutas. Em contrapartida, me doaram um vaso com flores para representar as cincos flores. Tanto as flores quanto as frutas oferecemos para o altar onde fica a imagem dos oito mestres. As flores significam a pureza de uma criança, a beleza interior do nosso ser, a doçura de se levar uma vida, a sua macieza (não machuca ninguém). Já as frutas dizem respeito aos carmas negativos, pois estamos entregando nossos carmas negativos aos mestres.

Com amor, Fernanda D’Angelo

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Como descansar na pandemia

Olá!

Já fizemos aniversário de vida em pandemia e as mulheres serão, certamente, lembradas como heroínas desse momento que ficará marcado para sempre na nossa história. Desde o início da pandemia a OMS (Organização Mundial da Saúde) fez um alerta sobre a saúde mental e emocional das mulheres, que estão extremamente sobrecarregadas nessa altura do campeonato.

Em uma pesquisa feita pela Catho, 60% das mães brasileiras disseram se sentir mais sobrecarregadas durante a pandemia. Na linha de frente da covid, as mulheres representam maior quantidade. Aqui no Brasil, 84,7% dos auxiliares e técnicos de enfermagens são mulheres. O site think Olga revela que em torno de 70% das equipes de saúde do mundo é feminina.

As mulheres têm tirado leite de pedra para garantir a entrada financeira em casa e seguir com a manutenção do cuidado. Na China, a jornalista Sophia Li compartilhou no Instagram (veja aqui) a vida das mulheres que trabalham em hospitais. Muitas chegaram a raspar o cabelo por causa do equipamento de proteção e da falta de suprimentos e algumas até tiveram de usar fraldas de adulto para evitar de ir ao banheiro e tomar anticoncepcional para atrasar o ciclo menstrual.

Posso estar sendo redundante falando desse assunto, mas não me sai da cabeça isso toda vez que me sinto exausta ou falo com uma amiga que está se sentindo igual ou quando me deparo com algum dado novo sobre o impacto do desdobramento da pandemia sobre nós. Mas como se sentir menos cansada, estressada e atarefada? Como se cuidar para que quando essa catástrofe chegar ao fim tenhamos saúde para desfrutar da vida em liberdade? Fuçando fontes na internet, fiz uma lista pensando nisso, mas aceito sugestões do que andam fazendo para que a coisa não descambe de vez.

Parar tudo pra descansar o corpo. Muitas vezes quando falamos em descansar associamos isso com fazer uma atividade da qual nos dá prazer como ler, escutar música, cozinhar. Mas, neste caso, me refiro à relaxar a mente e o corpo com meditação e um sono daqueles que quando acordamos nem sabemos onde estamos.

Ligar a tela do zoom quando realmente precisar ajuda a desacelerar. Outro dia li uma matéria que falava do estresse que reuniões em aplicativos como o zoom têm causado. Apesar de prática, a comunicação com a máquina traz, por sua vez, sintomas que podem dificultar ainda mais a vida em pandemia. Ficar olhando pra sua imagem refletida na tela pode ser cansativo e não ter a mesma troca de comunicação que a presencial (falas mais pausadas e menos gestos) também. Você também é daquelas que só liga a câmera quando realmente é necessário?

Dar uma trégua no barulho da mente e notar a paisagem é um respiro criativo assim como observar uma arte, pintar [mesmo que seja os desenhos do caderno da filha].

Olhar além dos próprios sapatos é antídoto. Sabe quando ajudamos alguém e sentimos uma tremenda sensação de bem-estar e prazer? Ir além do nosso perímetro de preocupação nunca fez tanta diferença como agora.

A ideia de querer atingir o ápice do wellness e adotar todas as recomendações de rituais de beleza e de saúde ofertadas na internet é um verdadeiro tiro no pé e pode levar à exaustão e ao extremo da ansiedade. Pegar leve e aliviar essa pressão da autoimagem é regra para viver bem e em paz.

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Como cuidar do estresse e buscar autoconhecimento

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Os dias tem sido puxados, eu sei. E, já que estamos no final do ano, em vez de descer de uma vez ladeira abaixo bora segurar um pouco mais a onda e aproveitar a reta final desse ano tão atípico como uma oportunidade para se concentrar mais no nosso interior, cuidar das fraquezas inerentes à nossa natureza humana, se libertar de pensamentos e atitudes que nos fazem mal e vibrar coisas boas.

Essa jornada emocional e mental que estamos enfrentando é um verdadeiro teste de sobrevivência e já que estamos ainda ilhadas em casa o lema é “salvem-se quem puder”. Nessa toada de emoções e de cada um por si o jeito é buscar por conta própria o antídoto para essa loucura que foi se empilhando numa estante no decorrer de 2020.

Para montar a lista abaixo de como se livrar do estresse conversei com Chirles de Oliveira, com formação em psicologia positiva, praticante e estudante de mindfulness e dona da página (@felicidade_sustentável). Espero que ajudem vocês de alguma forma! 😀

RESPIRAR PARA RETOMAR
“As pessoas estão com muitas demandas e acabam sendo tomadas por suas atividades e isso causa um estresse constante. Sentir estresse não é algo ruim, é até importante porque ele pode nos impulsionar a fazer coisas, a questão é manter-se no estresse crônico e isso adoece qualquer ser humano.”, destaca Chirles.

“Nunca foi tão necessário como agora fazer pequenas pausas durante o dia”, o que ela chama de “pausas para a felicidade”. Durante o trabalho, Chirles recomenda parar por alguns minutos e fazer algumas vezes seguidas a respiração consciente (inspirar empurrando a barriga e expirar puxando a barriga, como se tivesse enchendo uma bexiga).

QUANDO A MÁQUINA PAUSA, ELA REALMENTE FICA PARADA, MAS QUANDO O HOMEM PAUSA, OBSERVA, ELE COMEÇA A CRIAR, A FLORESCER”, DESTACA CHIRLES.

OBSERVAR CURA
“Outra prática simples é apreciar alguma coisa que você tem na sua casa, você gosta e sente gratidão por ela.”, diz. Admirar uma planta, uma flor, um prato de comida, uma foto que traz memórias boas, observar o pôr-do-sol, a lua…, sugere Chirles.

“Essas pequenas ações que despertam a atenção plena para um olhar apreciativo são caracterizadas como savouring“, explica.

DISPOSIÇÃO PARA A FELICIDADE
“A gratidão é uma habilidade para a felicidade, é uma emoção positiva, e existem vários estudos da psicologia positiva que comprovam o quanto ela também nos traz bem-estar, satisfação e contentamento com a vida.”, diz Chirles. Por isso, ela recomenda todo dia antes de dormir anotar no caderno três coisas boas que aconteceram no dia, escrever o porquê foram positivas, quem participou e quais sentimentos foram despertados.

Por aqui, tenho meus rituais pra aliviar o estresse e renovar as energias, mas sempre é bom escutar um especialista no assunto pra trazer uma dica nova. Um podcast que tenho escutado muito é o Mercúrio Antroposofia, que propõe ampliar a consciência a partir de reflexões fundamentais da Antroposofia, ciência espiritual moderna com nome do grego que significa “conhecimento do ser humano”. Fundada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner, é a base da pedagogia Waldorf. Recomendo os dois mais recentes episódios do podcast: Atitudes Anímicas e Coragem e Superação.

Bjs, se cuidem!