Yoga e Meditação

5 produtos de beleza maravilhosos e práticos!

Alguns itens de beleza surgem como um prêmio na nossa rotina e, por mais corrida que ela seja, reservar minutos para dar atenção aos cabelos, pele e afins é um compromisso com a gente mesmo. E quando esse cuidado é associado à praticidade? Ah aí não tem quem resista! Aliás, vou confessar, eu sou a Loka da farmárcia hahaha. Adoro desvendar um creme novo para tudo quanto é parte do corpo nas prateleiras. Alguém me entende e se identifica?

And, quando nos tornamos mãe, os banhos longos se tornam um luxo raro, sem falar que o coque vira o nosso melhor amigo (pelo menos por um bom tempo). Passar batom? Só se for no carro um clarinho ou protetor labial que não precisa se preocupar for passada às pressas, e melhor ainda se for lip balm que é só abrir e encaixar a boca nele. Mas JAMAIS podemos deixar de lado o nosso cuidado diário! Lembra aquele velho prevérbio que para cuidar do outro precisamos primeiro cuidar de nós? É uma verdade absoluta. Arranjar um tempo para nós pode ter se tornado um tarefa mais desafiadora, porém não impossível. E quando AQUELE produto fácil de usar cabe no bolso? Rá, melhor ainda! Dá uma espiada nessa lista básica de produtinhos bem práticos e pra lá de sedutores! 😀

1 – CABELOS SEM SEGREDOS

Creme de limpeza capilar da Vichy. Gente, vocês não tem noção do que é esse produto! A melhor invenção dos últimos tempos! É muuuuito prático, em uma única lavada os cabelos ficam limpos, sedosos e cheirosos! Aquele processo de passar o shampoo duas vezes e depois o condicionar foi por ladeira abaixo com essa nova criação para as madeixas.

2 – LIMPA SEM AGREDIR

A água micelar bifásica para peles sensíveis da L’Oreal Paris é simplesmente indispensável! Limpa, demaquila, purifica de forma suave sem deixar a sensação de oleosidade na pele.

3 – TOQUE AVELUDADO

Hidratante corporal em spray da Nivea. Com textura macia tipo de mousse, é bem fácil de aplicar no corpo, sem ter que ficar espalhando por horas o produto.

4 – LÁBIOS PROTEGIDOS COM AROMA REFRESCANTE 

Explico o porquê o Lip Ice Cube está nessa lista: ele é pequeno, super fácil de abrir e fechar, mais prático até do que os protetores de lábios com aquele formato mais tradicional compridinho. O produto hidrata e protege a boca e deixa um brilho super sutil, sem contar o aroma super gostoso que fica.

5 – A MÁGICA PERFEITA!

O novo condicionador Dove 1 Minuto é D-I-V-I-N-O para o cabelo e o bolso! Hidrata bem rápido, ao contrário de muitos outros condicionadores que você passa e tem que ficar enrolando no banho pra dar efeito poderoso de salão. Tem diferentes fatores: 40, 50 e 60. Cada um é indicado de acordo com o grau de necessidade de hidratação.

autoconhecimento · Pausa para um papo

Mulheres, ganhamos vozes, mas precisamos melhorar o tom

Amiguis, vou falar sobre o nosso empoderamento e o que eu acho que podemos melhorar. Mas, antes de tudo, um feliz Dia para todas nós, que, sim, somos sexo “Phoda” e não”Frágil”.

Não foi há muito tempo que as mulheres eram condicionadas a entender que o seu papel na vida social se baseava em cuidar da casa, da prole e promover um jantar com mesa posta aguardando o marido. O papel da mulher era colocar sempre os outros em primeiro lugar. E isso era retratado em filmes, pinturas e em qualquer outra expressão artística. Os tempos mudaram e hoje a mulher passou a ocupar vários outros papeis na sociedade e a grande liberdade de poder realizar escolhas (desde profissões, se come fora ou não até como se vestir). Em pleno começo de 2019, já vimos atriz com axilas ao natural em capa de revista, primeira-drama discursar em Libras na posse do presidente, mulheres vítimas de abusos romperem seus medos e tabus em busca de justiça. Para muitas, essa coragem se reverteu um punições sérias a ponto de roubarem suas próprias vidas, caso das ativistas femininas assassinadas cruelmente.

Assim como ELAS, há tantos outros símbolos femininos que nos representam em vários aspectos (determinação, otimismo, resiliência e compaixão, por exemplo). A mais recente é Lady Gaga, que para além do seu talento robusto, viralizou na internet com seu discurso comovente sobre ser resiliente e não desistir dos objetivos. Há outras contemporâneas dignas de inspiração como a atriz Emma Watson; a modelo Winnie Harlow, a primeira da história com vitiligo; a escritora J.K Rowling e por aí vai…

Mas, mesmo deixando o espartilho para vestir calças, alçando voos cada vez maiores, vez ou outra eis que o céu de liberdade parece ser pequeno para todas nós e colisões acontecem. Por quê? Será que é preciso aprender a se levantar mesmo que o rumo não seja o mesmo para todas? É preciso mais compreensão de que há espaço para todas? Antes, ser aceita por outras mulheres era uma necessidade de sobrevivência. Hoje, somos livres para escolhermos nossos grupos sociais. Mas isso não significa que, com todas as nossas diferenças, devemos nos guerrear.

É intrínseco do gênero feminino o espírito de cuidado, a exemplo dos mamíferos fêmeas que protegem e zelam por suas crias. Portanto, olhar o próximo é um traço que não exigimos muitos esforços para adquirir. Podemos usar esse instinto para dar espaço para cada uma ser o que quiser, sem julgamentos e ofensas.

As redes sociais, que existem desde os primórdios quando se faziam fogueiras para reunir os povos, hoje, mais modernizadas e em versões digitalizadas, perderam em grande parte o seu sentido inicial de acolher. No lugar disso, abriu-se espaço para pessoas alimentarem seus ódios, externarem suas fúrias e intolerância ao próximo. São constantes pré-julgamentos e postagens com tom de revolta de mulheres tomadas por raivas por não dividirem do mesmo pensamento que suas colegas.

Essa narrativa precisa mudar, definitivamente! Os estereótipos são tantos que basta piscar os olhos para encontrar um deles na tela do celular. Enfrentamos barreiras e quebramos paradigmas para estagnar no mundo da ira, inveja e revolta?

Que sempre lembremos de ser a mulher que nós gostaríamos que nossas filhas fossem. Que deixemos a rivalidade de lado e nos tornemos mais e mais unidas e empáticas umas com os outras. Que aproveitemos de todas as nossas características positivas inerentes ao nosso gênero para contribuir com o planeta.

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“You” e suas verdades crueis

Vocês assistiram You, a série na Netflix que está entre as mais comentadas do momento? Eu vi e achei que de repente valesse escrever sobre a história porque acho que ela traz à tona algumas questões muito atuais.

Em uma era onde os abraços e o contanto humano dão espaço para likes nas redes sociais, separar o real do fictício/digital está cada vez mais desafiador. Impulsionada pela geração “Y”, as mídias sociais e a forma como as são utilizadas são temas abordados de forma triunfal na série. Pois sabemos que o digital ganhou uma proporção tão gigante nos dias atuais que por vezes perdemos o parâmetro do bom senso em diversas ocasiões em função de deixar de viver o real para se aprofundar numa irrealidade viciante e destrutiva para as relações humanas.

Nesse sentido, a supervalorização dos contatos nas redes sociais é o fio condutor da história que mescla romance, drama e suspense. Na trama, Beck, uma aficionada por redes sociais e aspirante a escritora, vive de sua imagem nas redes sociais, a qual está bem longe de ser o que ela é, de fato, na vida real. Joe Goldberg, um gerente de livraria que ama ler e beira a sociopatia, se apaixona doentiamente por Beck.

Obcecado em ter o amor de Beck, Joe comete coisas que até Deus duvida, literalmente, e persegui-la acaba se tornando um objetivo interminável do personagem que oscila entre um ser assustador e ‘exemplo’ de homem bem quisto. Tipo o médico e o mostro — pano de fundo para muitos enredos cinematográficos. Joe é stalker de Beck e não se contenta até conquistá-la de vez.

O fato é que vivemos uma era tão perturbadora que não é estranho encontrar nas esquinas pessoas com várias versões, perdidas, maldosas, capazes de matar como se estivessem pisando numa formiga. Prova viva disso são os números de feminicídios, homicídios cada vez maiores.

As relações estão cada vez mais conflituosas e perdidas no tempo-espaço. E quando me refiro a relações são de todas as formas, entre homem e mulher, amigos, pais e filhos. Precisamos nos reenquadrar. Precisamos de um minuto de silêncio para se atentar aos detalhes e promover a mudança, particular de cada um. É necessário nos reconectar com nós mesmos.

You serve de reflexão para os dias de hoje, que com certeza, mais do que nunca, se tornam dias de glória.

 

Série You retrata temas atuais como a falsa-imagem nas redes sociais e relações obsessivas
autoconhecimento · maternidade

O poder do olho no olho

Senjuti Kundu

Dominar a psicologia infantil pode ser sim importante e eficaz muitas vezes, porém nada como uma conversa franca olho no olho, o famoso tete-à-tete. As experiências surgem e comprovam a minha tese. Outro dia, já exaurida em não saber mais qual língua falar para que a Helena entendesse de que era a hora do banho, dei um tempo, fui ao banheiro, abaixei a tampa do vaso e sentei ali. Me questionei: como falar, como agir para que ela me atenda sem promover desgastes emocionais, físicos e afins? Detalhe, até pouco há pouco tempo esse momento do dia era prazeroso para nós duas já que conversávamos e brincávamos, mesmo que ela estivesse caída de sono, mas, agora, passava a ser um pesadelo. A minha palavra era sucumbida por longas manhas no chão que antecipavam choros estridentes. Gente, não queria mais essa dinâmica à beira de ter um treco depois de uma rotina de trabalho. Definitivamente tinha que haver um basta!

Eis que me ocorre uma luz: ir ao Santo Google Nosso de Cada Dia. Ali estava eu pesquisando sobre como lidar com manhas e choros de crianças com dois anos (sim, pois a idade interfere muito na forma dos diálogos). De repente surge um texto profético na minha tela! Ao deslizar sobre ele, imaginei que talvez valesse a tentativa de aplicar aquelas sugestões naquele momento. Desesperada, bati o olho no trecho da matéria que me trazia a luz. Ele destacava o quão importante é nós nos abaixarmos na altura da criança para ficar olho no olho e falarmos de forma firme, sem titubear. Pois a criança entre dois e três anos presta atenção ao que falamos por cerca de 30 segundos, afinal ela está sempre explorando novas formas de brincar e por isso sua mente vive a mil. E muitas vezes não é que ela esteja nos desafiando ou nos desobedecendo mas apenas está entretida com outras coisas ‘mais interessantes’, assim dizia o especialista. Portanto, a nossa mensagem deve ser dita de maneira firme e objetiva.

Munida dessas dicas, voltei para a sala, me agachei na altura da Helena, falei firme que “agora era hora de tomar banho para dormir e descansar”. Ela retribuiu o meu olhar com um gesto positivo e fomos juntas de mãos dadas para o banho. Enfim, um desfecho tranquilizante para mim, apaziguador para a casa (e a vizinhança rs). Masss isso não significa que a manha na hora do banho não se repetirá ou qualquer outro motivo que culmine em birras. Porém, talvez em menor escala.

 

 

 

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Cozinhas azuis

Tenho fascínio pelas nuances do azul, e isso é desde criança! Amo também decoração, um gosto que conquistei quando fui trabalhar com revistas do segmento. Assim como a moda, olhar e buscar belezas e referências enchem o nosso imaginário de encanto e quem não gosta de respirar coisas que inspiram?

Para dar star na seção Décor, pensei em começar com o ambiente da casa que, se bobear, é o meu predileto: a cozinha? Essa queda por este espaço da casa é porque gosto de comer, estar com as pessoas enquanto preparo algo. É um ambiente que agrega, típico das famílias italianas. E sempre que vejo um projeto quero saber como é a cozinha, pois, para mim, esse espaço diz muito sobre os donos da casa, assim como os demais ambientes, mas a cozinha… tem aroma de amor e acolhimento. Concordam? Separei, aqui, alguns projetos deste lugar perfumado de afeto com vários tons da paleta azul para deixar o fim de semana de vocês mais ainda inspirador. Bom proveito!

cozinha-emyly-henderson
http://www.houseandgarden.co.uk
Imagem: BHG
Imagem: Pinterest
Imagem: Pinterest
autoconhecimento · Pausa para um papo

Tenha filhos

Me identifiquei com o texto “Tenha Filhos” e gostaria de compartilhá-lo com vocês. Ele é uma descrição de diversas situações em que a maternidade nos coloca, desde economizar no tênis novo até se apegar à fé que antes estava um pouco perdida…  E como o texto diz, o melhor de tudo dessa experiência intensa, amarga e doce ao mesmo tempo é oportunidade de aprender e poder voltar atrás nas ideias. Não existe espelho nosso mais verdadeiro do que os nossos filhos para nos mostrar nossas ações, pensamentos e filosofias de vida. Vale a pena a breve leitura.

Happy family together hand in hand on the beach at sunset, summer time. Mother, father and a little child
autoconhecimento · Pausa para um papo

Maternidade relax

Maternidade divertida

Percebi nos olhos da Helena o quanto mergulhar de cabeça nos momentos em que estamos juntas faz bem para ela, e, sem dúvida, para mim também! Às vezes, estamos tão no automático que, quando paramos para ter o tempo com eles, não tiramos o pé do acelerador e eis que os zilhões de pensamentos continuam a todo vapor… Vocês já se pegaram nessa situação?

Esses dias pré e pós-festas de fim de ano tive momentos muito agradáveis com ela que me fizeram inclusive refletir sobre a importância de entrar na onda dos filhos, mas, para além disso, o quão faz bem sair do óbvio, do certinho, daquilo que é planejado, sabe?

Entrar com ela na piscina de roupa e tudo, pular, fazer ‘chuva’ de água com os pés me fizeram tão bem quanto para ela. Coisa simples, mas que tira as melhores risadas dela e me fazem sentir feliz. Notei que é necessário para mim, para ela, para a nossa relação sair do automático e fugir da mesmice. Que eu me permita sempre fugir do comum. De vez em quando, dormimos todos na sala e ficamos assistindo filme até pegar no sono. Alguém tem dúvida de que ela gosta? Aliás, quem não gosta disso? Desenvolvemos algumas atividades para curtirmos juntas ou em família, como tomar sorvete, fazer pic-nic e ir pra cozinha. Mas sempre tô pensando em ampliar esse repertório de novas diversões que, por sinal, eu adoro (quem tiver dicas, são sempre muito bem vindas!).

Ah, também tive ideia de criar um slogan só nosso. Relembrar as coisas legais do dia e inventar músicas para situações cotidianas também fazem parte da nossa diversão. E também improvisamos fantasias juntas!

Mas o que fazer para que os compromissos do dia a dia não nos façam esquecer do essencial da vida — ter momentos simples e que fogem do comum? Fernanda, que tal uma agenda? Ler esse post de vez em quando? Taí duas boas… Então, vamos exercitar o desapego da rotina nossa de cada dia e abrir a caixa da imaginação para o mundo encantado das nossas crianças? Mãe relax, ativar! 😀

autoconhecimento · Pausa para um papo

O aprisionamento do ‘sim’

Gentem, qual o grau de dificuldade de vocês em dizer não? O meu é grande! E agora que sou mãe me pego tendo que exercer essa palavra váaarias vezes.

Com dois anos e oito meses, a Helena tem testado bastante até onde vamos com o “não”. Às vezes, sem perceber, me pego permitindo ou cedendo certas coisas que poderiam dar lugar a essa palavra que, por vezes, soa como algo negativo, mas que terá um impacto positivo na vida dela, certamente. Essa questão abre prerrogativas para as minhas divagações de que o “não” não é de todo mal e tem seu lado positivo. Daí podemos trazer vários exemplos para além da maternidade, por exemplo: um amigo que te faz um convite e você está indisposto mas não recusa com receio de “pegar mal”. Venhamos e convenhamos, que, apesar de vivermos numa cultura na qual constantemente colocamos o outro em primeiro plano, autoqualificar nossas vontades menos importantes do que a de um terceiro é péssimo.

Mas, voltando ao tema do “não” para os filhos, tenho tentado ponderar quando dizer não e quando posso ser mais permissiva. Tá, OK, disse NÃO, porém, ela chora, esperneia, ai ai ai, faço um passeio em torno das minhas culpas, do cansaço e, por fim, entrego a ela a oportunidade para abusar, manipular e me ganhar: um sim, um tá bom ou um só dessa vez… Não, definitivamente não, Fernanda, vá até o fim e mantenha-se firme com o seu N-Ã-O.

Esse é um dilema que vivemos hoje em casa com Helena: saber ponderar quando sim, quando negociar ou quando não é não. E se seu filho vive a adolescência dos bebês ou os terrible two como no caso da minha Helena, daí, amiga, vamos ter que ser mais fortes ainda. Mediante a um não, ignorar as birrinhas, esperar acalmar para conversar, retirá-lo do meio das pessoas e no momento de tranquilidade ajudá-lo a entender os seus sentimentos para que possa aprender a lidar com eles. O psicoterapeuta Leo Fraiman diz: a criança PRECISA aprender a criar, a negociar, a ceder, a esperar e a se frustar.

Ufa, que tarefa árdua, mas quem disse que seria fácil?

Dizer “não” é um sinal de amor
Yoga e Meditação

A pele que habito

Depois de muitos anos, mas muuitos mesmo, descobri que tenho a pele sensível e uma leve rosácea. Apesar de ser um pouco prática, sempre cumpri com os cuidados básicos para manter a pele ‘saudável’. Comprava cremes das mais variadas marcas (e preços) na farmácia com ação anti-idade e em determinadas épocas do ano (nos períodos mais secos) a minha pele fica irritada, ardia, e lá ia eu ter de enxaguar o produto que investi tempo e dindin. Mas a Loka aqui insistia, achava que a minha cútis tinha que se adaptar ao seu desejo de consumo hahaha. Assim seguiram alguns anos até finalmente eu descobrir (e assimilar) que minha pele é sensível e que todo cuidado é pouco com ela. Talvez tenha sido a gravidez que me trouxe mais essa percepção, sinceramente não me lembro, mas o fato é que eu tive uma grande descoberta na minha vida: como cuidar dela de maneira certa, sem agredi-la e aceitar que não sou brasileira da cor do pecado, que transborda de melanina e faz inveja. Por falar em gravidez, me lembro que no fim da gestação acordei num belo dia e, ao me olhar no espelho, vi um rosto vermelho, cheio de “craterinhas”. Era a minha cútis gritando de tanta irritação sei lá porque cargas d’água. Só sei que passou depois de alguns dias rsrs. Então, grávidas, tomem cuidado com sua pele (do rosto e do corpo), afinal, é um órgão que também merece todo o cuidado.

E lembrem-se: faz parte da beleza de cada um se aceitar e se amar como é. Hoje me recebo de braços abertos e respeito o meu tom e tipo de pele ao cabelo escorrido e busto pequeno.

Veja seis atitudes minhas para tratar a pele e evitar de irritá-la ao máximo:

1 – Protetor solar (quanto mais alta a proteção, melhor!);

2 – Hidratantes para peles sensíveis (há várias marcadas — Clinique, Avène, Fisiogel);

3 – Espuma para lavar o rosto;

4 – Água termal;

5 – Jamais use esfoliante na parte das maçãs e bochechas. Na zona “t”, dependendo da sensibilidade da pele nessa parte, até pode, mas vá com calma;

6- Não use produtos com ácido nas partes que mais ficam irritadas.

Pausa para um papo

A arte de escutar

Silêncio. Alguém aqui já parou para prestar atenção no silêncio?

Percebi que o silêncio também ensina. Ele pode transformar, fortalecer e até mesmo acolher.

Na ausência dele, pode vir o medo, o desespero, a agonia, o sofrimento, a soberania. Na sua presença, a calmaria, o chocolate quente em dias nublados.

Escutar é melhor do que falar — em várias ocasiões, quase sempre, talvez. A razão do silêncio traz paz. Afinar a escutatória é perceber a respiração, aquietar o coração. É notar que existe um mundo para além de você. Exercitar a escuta é treinar acalmar a alma.

Como disse o escritor Rubens Alves em “A Escutatória”: “Todo mundo quer aprender a falar, ninguém quer aprender a ouvir”.