Jornalista, mãe e mulher equilibrista que tenta reunir comportamento, bem-estar e maternidade em um espaço pensado para acolher, trocar experiências e fornecer conteúdos.
Fiz essa semana um curso de storytelling, que aliás amei, e, analisando alguns comerciais em sala de aula achei interessante essa campanha da Dove e gostaria de compartilhar com vocês. Ela retrata a diferença muitas vezes gritante entre a forma como nós e os outros nos enxergamos. A mensagem levanta alguns tipos de questionamentos sobre a maneira como fazemos a nossa própria leitura, por exemplo: qual o padrão que uso como referência para me julgar? Será que não estou pegando pesado de mais comigo? O que posso fazer para ser menos autocrítica e me aceitar como sou? Nós, mulheres, temos a mania de nos cobrar de mais o tempo todo, e em tempos onde se vive a tirania do excepcional é preciso pegar mais leve, mas, claro, sem se livrar das responsabilidades que realmente fazem sentido. E aí, o que acharam do vídeo? Vocês já tinham visto?
Fazendo um retrospecto da minha vida desde o nascimento da Helena pensei em escrever esse post. Por um tempo, aliás, por um bom tempinho, me deixei um pouco de lado para vestir completamente a carapuça de mãe. A chegada de um bebê desequilibra o ambiente, muda a nossa rotina, transforma tudo. É normal e completamente natural não conseguirmos dar conta de tudo, embora muitas vezes a gente não reconheça isso e nos engane achando que somos fortes o suficiente para exercer todos os papeis.
Quando eu digo me deixar de lado me refiro a ir ao cabeleireiro, a sair, praticar um esporte, por exemplo. Aos poucos, a nova rotina vai entrando nos eixos, e a gente começa a se conectar de novo com a nossa outra “faceta”. E apesar de cada um ter o seu tempo, acho que vale muito fazer o esforço para nunca nos esquecermos de nós em primeiro lugar.
Com base nessa minha experiência, vou listar algumas coisas que podem te ajudar e não se esquecer de você 😀
– Faça uma atividade que vai te fazer relaxar;
– Nós mulheres costumamos valorizar os cabelos, por isso, cuide deles, esteja sempre com eles do jeito que te faça se sentir bem e bonita;
– Lei seus livros prediletos, uma forma de fazer viajar sem sair do lugar hahaha;
– Saia com as amigas que seja uma vez por semana ou mês;
– Divida o cuidado do seu filho com pessoas da família, amigos e o pai.
Vocês já ouviram falar em hygge? É um estilo de vida que surgiu na Escandinávia e ganhou destaque depois que países como Noruega e Dinamarca foram considerados as nações mais felizes pelo relatório anual da ONU (Organizações das Nações Unidas). E, embora o termo hygge seja traduzido como “acolhedor” ou “aconchego”, é praticamente impossível definir esse conceito em uma ou duas palavras, afinal, se trata de atitudes que acontecem de maneira orgânica dentro da cultura nórdica. O hygge (pronuncia-se “rîgue”, ou “hu-ga”) está nos pequenos detalhes do dia a dia desse povo e vai desde curtir a lareira em uma noite fria com uma taça de vinho até comer biscoites caseiros, ler um livro sem pressa, curtir a família e os amigos em casa. Aliás, curtir o lar doce lar é que os escandinavos mais sabem fazer já que durante grande parte do ano é inverno por lá e eles têm apenas quatro horas de sol por dia sendo que as temperaturas médias giram em torno de 0ºC. Por isso, as pessoas passam mais tempo dentro de casa do que na rua e mesmo quando o clima não é congelante elas gostam de se reunir em casa, fazer refeições e aproveitar momentos em grupo.
E para quem não conhecia e gostou dessa forma de “interpretar a vida”, arranjar cantos aconchegantes, simples e acolhedores pode ser um bom começo para adotar o hygge.
Foto por Alex Geerts/ UnsplashBolo de banana saudável com nozes e uvas-passas
Receita de bolo de banana para curtir uma tarda em casa ao estilo hygge:
5 bananas do tipo nanica;
3 ovos;
duas xícaras de farinha de aveia;
uma xícara de óleo faltando um dedo para completar;
um colher de chá de canela;
uma xícara de uvas-passas;
uma xícara de nozes;
uma colhe de sopa de fermento.
Bata no liquidificador as bananas, os ovos, o óleo e meia xícara de uvas-passas. Depois, acrescente a farinha de aveia e a canela e bata novamente. Por último, coloque o restante das uvas-passas, as nozes e o fermento, misture bem com a colher. Um dica: você pode cobrir com pedaços de banana e nozes. Leve ao forno por 180º C por cerca de 35 a 45 minutos (dependendo do forno).
Livros para conhecer melhor a cultura dos escandinavos e a forma despretensiosa como levam a vida:
Crianças Dinamarquesas, de Jessica Joelle Alexander e Iben Dissing Sandahl. Já li e inclusive escrevi sobre ele aqui no blog. Simplesmente maravilhoso!
O Livro do Hygge. Esse está na minha lista de novas leituras 🙂
Curiosidades sobre a palavra hygge:
O termo surgiu de uma palavra norueguesa que significa “bem-estar”.
A escrita apareceu pela primeira vez em dinamarquês no século 19 e a partir de então evoluiu para a ideia cultural que se conhece hoje em dia em países como Dinamarca e na Noruega.
Hoje é dia da gestante e quero homenagear todas as futuras mamães com um post divertido desse momento tão inesquecível nas nossas vidas. Durante a gravidez, a quantidade de hormônios aumenta no nosso organismo e o cérebro da mulher fica inchado. Me lembro da médica do meu pré-natal me explicando que é normal a gente ficar mais desligada e com dificuldade para raciocinar.
Durante essa fase os lapsos de desligamentos podem passar despercebidos e algumas situações podem ser até engraçadas. Hoje, eu lembro e dou risada, mas talvez na época eu nem me tocasse muito hahaha. Mas são essas coisas que fazem da gravidez um momento especial, vocês não acham?
E como normalmente eu gosto de levar as situações com mais bom humor, fiz uma lista de alguns acontecimentos engraçados na minha gravidez da Helena que quero compartilhar com vocês e ficaria feliz se também dividissem aqui algum momento engraçado. E viva a #vidacommaisbomhumor.
Eu e Helena de sete meses na barriga
1 – Assistir uma série freneticamente e não querer saber mais de nenhum outro programa. Vi as oito temporadas de Desperate Housewives e os quase 400 episódios em praticamente um mês, era dia e noite eu em frente à TV.
2 – Misturar coisas de comer que não combinam muito como arroz e farofa com creme de mandioquinha e cenoura. Como os sabores ficam mais ressaltados, adorava misturar as comidas que não tinham muito a ver.
3 – Usarroupas nada a ver. Inventei de comprar um macacão com estampa chamativa que me fazia parecer uma cortina inspirada nas estampas de Frida Kahlo. Só dava eu com ele na rua.
3 – Andar com a roupa do avesso. Era a rainha de usar blusa de trás pra frente (ainda faço isso de vez em quando).
4 – Achar que passou protetor labial quando na verdade é batom vermelho e ficar passando um lábio no outro, daí já dá pra imaginar o mico de andar pela rua com a boca toda borrada, né rsrs.
5 – Comer 9 laranjas com sal em uma noite. Sim, virei uma pessoa apta a entrar para aquelas competições de quem come mais rápido.
6 – Chorar com comerciais bobos. Ah eu era número 1 em fazer isso!
Em tempos de Instagram em que a comparação acontece 24 horas por dia é comum a gente querer, mesmo que inconscientemente, viver a vida dos outros. Mas nos esquecemos que cada pessoa tem um mundo pessoal e desconhecido dentro dela. Suas experiências de vida, valores e expectativas são diferentes. Deixar de se ludibriar com a vida do colega do outro lado do celular e viver a nossa realidade é um trabalho contínuo em meio a esse ecossistema virtual maluco. Pensando nisso, montei essa lista. Me conta o que acharam, vai.
Encontre os porquês. Tudo tem que existir um porquê e muitas as vezes a gente não questiona as coisas. Por que estamos sentindo de determinada maneira? Por que queremos fazer tal viagem? Qual o padrão que uso como referência para julgar a mim mesmo e aos que me cercam? Em alguns casos, a resposta pode demorar a vir, mas quanto mais levar tempo, mais consistente e precisa será a resposta.
Se distancie das “telas” no fim de semana. Deixa o celular longe e, no máximo, atenda as ligações. Nada de rede social e nem Netflix. Aproveita a casa, vá ao parque, curta as coisas simples e analise depois o que repercutiu na sua mente e quais foram as ideias.
Observe a sua respiração, se ela está curta ou se está te atrapalhando para falar.
Faça alguma causa nobre que vai te trazer o sentimento de felicidade por ajudar o próximo, como visitar uma entidade e fazer doações.
Se observe antes de se desculpar por tudo. Veja se realmente cabe uma desculpa ali ou se é exagero ou encanação sua.
Leia um livro se realmente você quiserlê-lo e não porquê o mundo todo está falando dele. Pergunte-se: esse livro realmente é interessante para mim?
Dê importância às coisas boas e deixe as ruins de lado. Quanto mais você falar dos problemas, maiores eles se tornarão. Então, enaltece as notícias que trazem boas sensações.
Por fim, veja coisas que te façam rir de doer a barriga.
Sabe quando os mais antigos dizem: “essa criança tá com quebrante” e a gente não sabe o que fazer, por onde começar, se acredita ou não ou se faz uma reza braba e pronto? Então, embora eu acredite piamente que tudo é energia e que nossas ações são movidas por uma força sobrenatural que surge dentro da nossa mente, sempre fui um pouco desencanada quanto à energia que poderia impregnar nos bebês e crianças pequenas. Até porque sempre achei que se nós adultos mais próximos a eles estamos bem, eles também ficarão. Para mim, os pais precisam cuidar da sua vibração em primeiro lugar. Vale sempre refletir sobre atitudes e pensamentos e se blindar de cargas negativas alheias que possam grudar como uma cola na gente.
Masss, às vezes estamos mais fragilizados com relação às energias externas, afinal, não somos de ferro, e quando menos percebemos sentimos o ambiente pesado, um cansaço e a sensação de nada fluir. Essas coisas podem ser transferidas para a criança sim, que não tem culpa de nada. Pensando nisso, elaborei umas dicas de banho para dar nos pititicos. Indico que estes banhos sejam feitos na criança a partir dos dois anos, com exceção do banho de camomila. Vejam o que acham, se já conheciam algum ou se tem uma receita nova e me contam!
Camomila:
Quando sentia que a Helena estava enjoadinha, desde neném, costumava a dar banho de camomila nela. Muitas vezes pegava o próprio sachê de camomila e fazia uma infusão na banheira dela. Dizem que a camomila afasta mau olhado e relaxa. Sempre gostei do resultado, sentia ela mais calminha.
Sal grosso:
A partir dos dois anos, dá-lhe sal grosso, que ajudar a renovar as energias. Se for dar o banho em banheira, é legal deixar a água levemente salgada. Se for no chuveiro, pode usar um copo americano com o equivalente a cinco colheres de sopa, o suficiente para passar na parte da frente e de trás do corpo. Sempre dos ombros para baixo e nunca molhar a cabeça porque pode enfraquecer a energia do corpo. Ah, e depois sempre passo uma água corrente bem rápida, sem demorar muito embaixo d’água.
Alecrim:
Amo esse banho! Ele é ideal para tirar olho gordo e descarregar as energias ruins. Mas tem que ser a partir dos dois anos e dos ombros para baixo, lembre-se! Faça um chá com as folhinhas e espere esfriar, na temperatura morna mais pra frio.
Pétalas brancas:
Dica ótima para quando a criança fica muito doentinha. Mas lembre-se: é só a partir dos dois anos e dos ombros para baixo. Esprema as pétalas e faça um chá com elas.
É sempre bom falar com o pediatra antes de fazer qualquer banho desses, por mais que sejam naturais. Converso com a pediatra da Helena ela sempre aprovou.
Muito se fala no lado bom da maternidade, o quanto é lindo ser mãe e ter alguém para chamar de filho, cuidar e amar. Mas esse papel de extrema responsabilidade também tem o seu lado obscuro. Precisamos falar mais dele e desromantizar a vida materna. Há muito tempo venho pensando em falar desse assunto, mas não sabia como e quando, até que senti que chegou a hora. A dúvida de falar disso era pelo simples medo de ser julgada ou mal interpretada, pois hoje estamos mais sujeitos à isso hoje em dia e dependendo de como nos expomos a probabilidade disso acontecer é grande. Mas acho que se falarmos do lado dolorido da maternidade podemos, quem sabe, ajudar de alguma forma quem acabou de se tornar mãe.
Quando engravidei, os primeiros sentimentos foram de medo e insegurança. Graças ao acompanhamento excelente que tive durante o pré-natal, consegui trabalhar estas questões em mim, que são comuns em muitas mulheres quando se deparam com a notícia de que serão mães. Com o tempo, o medo e a insegurança deram lugar à ansiedade: a vontade de ter minha filha nos braços, de cuidar dela e vivenciar tudo que a maternidade permite só foi aumentando a ponto de hoje eu achar que poderia ter aproveitado mais o nove meses de gestação. Até situações como trocar a primeira fralda de cocô, segurar a neném pela primeira vez no braço eu aguardava ansiosamente. Pois bem, eis que finalmente Helena nasce. A primeira noite na maternidade eu literalmente vi o dia amanhecer. E não foi por causa das demandas da neném, que mal se mexia e fazia barulhos, pois a natureza é tão incrível que até para a vida intrauterina nós somos preparados aos poucos e nessa fase recém-nascida ela se despertava aos poucos para o mundo aqui fora.
Lembro da minha mãe preocupada ao me ver com os olhos estatelados durante a noite inteira. Ali mesmo no hospital eu tive umas oscilações desde achar que tinham trocado minha filha durante alguns exames até achar que a minha mãe estava completamente fora da casinha. Cheguei a pensar que eu ia morrer ao ver minha filha sendo segurada pelos avós durante o banho. Passei a duvidar até que a Helena não estava sendo bem cuidada pela minha mãe, que cuidou de quatro filhos e que é PHD em dar banho, pôr para arrotar e fazer dormir. Mas ela foi uma mulher e ser humano incrível! Com muita empatia e sabedoria abstraiu os meus comentários, dedicando-se à neta com todo amor e carinho. Tive crises de choro do nada várias vezes. Muitas, escondidas. Como eu podia falar o que estava acontecendo comigo se não entedia direito?
Alguns meses se passaram e numa tarde enquanto almoçava me deparei com a série de documentários O Começo da Vida (aliás, recomendo para quem não viu ainda). Os episódios, com declarações de pais, educadores, psicoterapeutas, me serviram como uma luz. Me identifiquei com relatos de várias mães e isso me ajudou a me libertar de algumas dores que eu mal podia entender o porquê elas estavam dentro de mim, algo mais complexo do que imaginava. Era muito mais profundo do que insegurança ou medo, era também algo biológico (lembrando que os hormônios de uma grávida estão no alto e quando acontece o parte eles despencam drasticamente). E não parava por aí. Há evidências e os médicos afirmam que a nossa experiência materna e traços da nossa personalidade estão associados ao que vivemos no útero das nossas mães. E mais: ao que nossas mães viveram no útero de nossas avós também. Com o tempo, acho que fui me cobrando menos, entendo os meus limites e aprendendo com a nova vida. Os hormônios também foram se ajustando. Lia muito, conversava com minha mãe e irmãs e, embora não fazia terapia nessa época, acredito que teria me ajudado muito.
Foi assistindo a esse documentário que eu descobri a expressão ‘baby blues’, que são emoções ocasionadas pela queda dos hormônios, oscilando entre tristeza e melancolia. Segundo a American Pregnancy Association, entre 70% a 80% das mães experimentam algum tipo de sentimento negativo ou mudança de humor após o nascimento do bebê. Normalmente, os sintomas do baby blues começam nos primeiros dois a três dias após o nascimento do bebê e pode durar até duas semanas.
Uma reportagem recente no UOL aponta o aumento de mulheres com depressão após o parto na Rússia. A matéria reforça a importância de tratar o assunto com mais cautela não só naquele país mas no mundo. Para isso, a família e a sociedade devem estar preparados para receber a mulher que acabou de se tornar mãe. Dar acolhimento é tudo de que nós precisamos para lidarmos com a nova rotina.
Bora falar de batom, que eu amooo! Gente, eu tenho uma queda muito por forte por esse item de maquiagem, e os puxados para tons escuros são os que mais me agradam. Vermelho então, aff, eu sou literalmente viciada. Já repararam que qualquer mulher fica linda com batom vermelho? Se ainda não, começam a prestar atenção, tá pra nascer cor de batom mais universal do que o vermelho.
Imagem de Claire Jones-Hughes por Pixabay
Pensando nisso, falei com minha amiga maquiadora, Mari Fernandes, para nos dar umas diquinhas de quais tons de vermelho ficam mais harmônicos com cada subtom ou temperatura de pele.
Subtom é basicamente a cor de fundo da pele (quente, frio ou neutro) e vem depois da cor predominante (tons claro, médio ou escuro).
Para identificar qual seu subtom de pele basta observar as veias do antebraço. Se elas forem num tom mais azul indo para o roxo, a pele é fria. Se forem mais esverdeadas e amareladas, com certeza ela é quente. E se não conseguir identificar, é possível que tenha as duas cores, ou seja, é neutra.
As cores frias são tons azulados e rosados. Já os tons quentes são mais amarelados e alaranjados, enquanto que as cores neutras são uma mistura de uma cor quente com outra fria, como tons como cinzas, beges, marrons e verdes.
Agora bora pro que interessa? Vejam aqui quais tons de vermelho combinam com o seu subtom de pele.
Neutro a frio: os tons de vermelho fechados como as nuances de bordô e os que possuem um fundo marrom são um ótimo caminho para se jogar no bocão vermelho!
batom Lip Matte 22, da Latika;
Vermelho Veludo Vermelhou, da Quem Disse Berenice;
Glam Matefix Vermelho, da Eudora;
Color Sensational 313 Santa Dose, da Maybelline.
Quente: os vermelhos mais abertos caem super bem para aquelas com peles de temperatura quente. Arrasem nesses aqui que não tem erro, migas.
Make B., batom mate Red Carpet, O Boticário;
Líquido Matte Vermelho Raíz, da Quem Disse Berenice;
Ruby Woo, da Mac.
*Mari é maquiadora e designer de sobrancelhas há quatro anos, com formação pelo Instituto Embelleze 2016. Foi instrutora do curso de automaquiagem e maquiagem profissional em Sumaré, SP. Seu contato é o mariphd@gmail.com
E aí, curtiram? Então bora mergulhar no vermelhão sem medo 😀
Alguém viu o texto “Então, não tenha filhos”, do palestrante Marcos Piangers, que circulou no Instagram por esses dias? E aí, o que acharam? Para quem não leu, la vai ele aqui:
“Não que eu seja o melhor palestrante de escola, mas o convite tem acontecido cada vez mais frequentemente. Não pra palestrar para crianças, mas pra pais. Algumas dão até o nome de Escola de Pais. Parece que os pais estão perdidos, omissos, distantes. Eu falo por mais de uma hora, mas o que as escolas querem mesmo que eu diga é só uma coisa: vocês têm que participar mais. Mas eu não tenho tempo, diz um pai. Estou na correria do dia a dia, diz outro. Mas tenho que pagar as contas, diz uma. Mas trabalho o dia todo e de noite tenho academia, diz outra. ENTÃO, NÃO TENHA FILHOS. Não tenha filhos se você não tem tempo, se tem muitas contas para pagar, se precisa ir na academia. Não tenha filhos se está muito cansado, se não tem saco para lidar com criança. Não tenha filhos. Uma proprietária de creche me contou que um pai chegou ao ponto de pedir para abrir a escola sábado e domingo, para ele deixar o filho lá no final de semana também. “Trabalho a semana toda e no fim de semana preciso dormir”, disse ele. ENTÃO, NÃO TENHA FILHOS. Entendo que filho se tornou uma moeda social, algo para gente tirar foto bonita e colocar no Instagram. Mas não tenha. Se não tiver tempo, paciência e dedicação, não tenha. Seja feliz sem filhos. E se já tem, então crie. Crie com todo amor e carinho. Crie com menos gastos e mais tempo junto. Filhos exigem reorganizar tudo o que você estava fazendo. Dura uns vinte anos. Vai passar rápido. Quando você menos esperar eles crescem e vão embora. Dai você faz o que quiser. Se é para ter filho, só preciso mesmo dizer uma coisa: você precisa participar mais.”
Embora, a frase escrita em caixa alta “ENTÃO, NÃO TENHA FILHOS” seja impactante, faz total sentido dentro da mensagem que o Piangers quer passar. Nós, mães e pais, nos deparamos com o desafio diário da doação, da renúncia, e em tempos onde a vida “off” dá cada vez mais espaço para o “on”, temos que nos recondicionar o tempo inteiro para participar de forma inteira na vida dos filhos. Sinto que é um exercício constante, árduo e diário. Mas, partindo do pressuposto do palestrante em que postar fotos ‘fofas’ virou uma necessidade como comer e dormir, se tornando mais importante do que certos valores como sentar-se à mesa em família, as palavras de Piangers é um chacoalhão de verdades.
O mundo muda o tempo inteiro e à medida que acontecem essas modificações precisamos nos atualizar enquanto pais. Falando sobre hoje, percebo a importância de sermos pais conscientes e presentes para um futuro mais saudável dos nossos filhos.
O que acham? Desejemos boa sorte a nós, sempre! Bjssss
Hoje o post dessa seção que eu amor tem sabor de infância! Quando eu era criança, sonhava com uma casa na árvore. Baseada nessa minha vontade de criança, selecionei casas tanto no jardim quanto em árvores para liberarmos a imaginação junto com os kids. E aí, o que acharam? Vocês também tinha esse sonho como eu? Bjux.
Casa na árvore, by Country LivingCasa de madeira para o descansoCabana na árvoreCasa de madeira moderna para brincarQue tal parar para tomar um lanche ao ar livre?Hoje o ‘menu’ do dia é muita diversão!É hora da festa!Com um quê de casa de vó