Yoga e Meditação

6 coisas que deixam minha manhã mais ‘zen’

A forma como acordamos diz muito sobre como vai ser o nosso dia, não é verdade? Tenho me esforçado em ser uma pessoa mais “relax” já que a ansiedade habita o meu corpo há décadas. Embora aparentemente eu seja uma pessoa tranquila, sou um tanto agitada por dentro, meus pensamentos que digam. Portanto, aquietar a mente, eu confesso, é um imenso desafio pra mim! But, nada está perdido e sempre existe um caminho para a cura (hahaha) ou, nesse caso, controle. Vou compartilhar com vocês o que eu faço para começar o dia mais tranquila. E, por favor, quem souber de mais dicas nesse sentido, divide com a gente também, a saúde mental humana agradece 😀

Meditar – Até pouco tempo atrás eu tinha preguiça só de me imaginar meditando, mas, para os céticos, não é que o trem funciona mesmo? Praticando um pouquinho, dia a dia, você vai tomando mais consciência do corpo e da própria mente. Você começa a ter respostas para as coisas, é impressionante!

Caminhar – Já disse aqui e repito: é uma meditação para mim. Me coloca cara a cara comigo mesma, ativa a circulação, me faz pensar em coisas boas e por consequência me deixa mais disposta.

Alongar – No frio a gente tem a tendência a deixar os músculos mais tensos. E isso gera desconforto, né? Porém alongar ajuda a relaxar essas partes do corpo, fora que enquanto você alonga você acaba se concentrando nos exercícios, que por sinal ajudam a ficar mais ‘sussa’.

Observar a respiração – Preste atenção na respiração e tente controlá-la com expirações e inspirações longas. Se fizer umas dez vezes seguidas já vai ficar mais tranquila.

Defumar o ambiente – O Palo Santo limpa energias negativas do ambiente e diminui tensões. Ele é um pedaço de madeira aromático e é utilizado como incenso.

Escutar música – Escutar música é uma verdadeira terapia! Sempre escuto música e vejo o poder que ela tem sobre o humor. Só reforço o que os especialistas recomendam: escutem música, em diferentes lugares, de diferentes formas! Sempre escuto quando estou no caminho do trabalho, já que, vamos combinar, os noticiários trazem tantas notícias ‘tensas’.

autoconhecimento · Pausa para um papo

Minha primeira viagem a trabalho longe dela

Oiii!

Preciso compartilhar com vocês a minha primeira experiência de viajar sem a Helena. Hoje ela tem três anos e pela primeira vez desde que ela esteve na minha barriga eu nunca, mas nunca fiquei um fim de semana longe dela, quem dirá em outro estado. Masss aconteceu, e foi em uma viagem a trabalho. Confesso que quando soube que faria essa viagem, ao mesmo tempo que achei desafiante, só me vinha a minha filha na minha cabeça e zilhões de perguntas sobre como seria eu e ela ficarmos longe uma da outra por mais que um dia. Sim, como toda libriana nata fiz muitos questionamentos até parar e deixar fluir…

Minha primeira viagem a trabalho sem a Helena

Uma semana antes…

Aff, o medo de avião que carrego comigo desde que me conheço por gente, aliás, minto, quando eu era criança eu me lembro da minha primeira vez num avião, aos dois anos de idade, e achei o máximo estar no “céu”. Lembro exatamente da cena, eu admirada por estar entre as nuvens hahaha. Mas conforme crescemos vamos adquirindo medos (coisas chatas de adulto, vamos combinar?), e o de avião é um deles para mim.

Dois dias antes…

Fiquei muito melancólica, lembrava da Helena no trabalho e meus olhos enchiam de lágrimas. O sentimento de culpa veio sei lá quantas vezes. Compartilhei esse meu fantasma com algumas amigas, um delas foi a minha amiga do trabalho, aliás, essa é guerreira, já é íntima da Lelê de tanto escutar eu falar dela rs.

No grande dia…

Essa sensação de culpa persistia, mas tinha algo maior que se sobressaia: realizar um bom trabalho para qual eu fui direcionada. Talvez ansiedade? Sim, mas falar de ansiedade é redundância na era em que vivemos, né, minha gente?

Bom, trabalhei e depois fui para o aeroporto e Helena aparecia na minha mente de forma orgânica, tão normal quanto o ato de respirar. Olhei fotos, vi vídeos, perguntei dela. Me acalmei, estava tudo bem, pensei: “Fernanda, relaxa e se concentra na decolagem, ou melhor, devore a revista de bordo na sua frente. Olha pro céu pela janela e relembre a cena de quando você era um tico de gente e achou coisa de outro mundo voar”.

Cheguei no destino, que por sinal, tinha o mar azul de Pernambuco como quadro natural. Liguei o celular para falar com ela em vídeo. Ela estava mega feliz! E eu, mais feliz ainda e grata por ela estar ótima.

No dia seguinte (ainda em viagem a trabalho)

Acordei umas cinco da manhã com o cheirinho dela. Tá, vou contar para vocês, eu levei uma blusa dela usada para dormir sentindo o cheirinho dela, que sou viciada. Quem é mãe, vai me entender. E quem não é, acho que também hahahaha.

Quis ver o nascer do sol. Gente, lá em Pernambuco por volta das cinco da manhã o sol já nasceu. A terrinha é tão calorosa que até o sol de lá não quer perder tempo! Aliás, que povo receptivo, hein. Brasileiro é conhecido como um povo caloroso e acolhedor, mas lá em Pernambuco o pessoal é extremamente simpático, adora receber turistas, e ai se falar mal da terra dele.

Me preparando para o café da manhã, fui ao banheiro e por alguns segundos passou pela minha cabeça que eu tinha que ir logo porque a Helena estava me esperando do outro lado do banheiro, no quarto do hotel. Olha que louco, é a nossa cabeça de mãe nos pregando peça.

No café da manhã, toda criança que eu via lembrava dela e o quanto ela estaria feliz de estar ali. Respirava, olhava uma foto dela e voltava a minha cabeça para o trabalho.

No trabalho, me concentrei e consegui me desligar dela porque a função me chamava. Trabalhei, trabalhei, trabalhei. Voltei pro hotel, e nas poucas horas de descanso até continuar a pauleira à noite fui conhecer umas praias de Porto de Galinhas (o evento era por ali). Foi o tempo para tirar foto, molhar o pé na água e admirar um pouco a natureza em sua mais bela perfeição. Isso foi revigorante para mim.

Essa experiência me fez voltar para mim, desacelerar, fazer as coisas de uma outra forma, sem se preocupar com obrigações além das minhas. Me fez olhar para as minhas ideias e vontades, conversar comigo mesma. Me fez perceber o quanto é bom ter um tempo para nós mesmas, apesar do misto de sentimentos contraditórios.

Pôr do sol em Maracaípe (PE) no intervalo do trabalho

Na volta…

Ao voltar para a casa eu estava cheia de saudades e fui correndo para a casa ficar grudadinha com ela.

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Abra as portas para as cores

Oi, genteemm!

Hoje é domingo e a máquina aqui não para hahahaha. Enton, hoje é dia de falar de assunto relex que eu amo: decoração. que, com cores, para mim, é um casamento perfeito!

Sempre gosto de observar portas pelos lugares que vou. Elas podem dizer muito sobre quem está por trás delas, vocês nãp acham. E andando pelo Pinterest encontrei várias, uma mais linda que a outra. Vejam vocês e depois me dizem o que acham! Bjux

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Pausa para um papo

Quantas mães você tem e você é?

Mãe. Mãe é quem cuida, quem ama, quem dá à luz e quem proporciona também. Mãe, é a mãe; é a irmã; a vó (foto); a sogra; a tia postiça (ou não); a melhor amiga da mãe que te viu de calcinha quando ainda era um tico de gente. Mãe, é a amiga que acolhe. É a mãe da amiga que te conforta. É a madrasta que se preocupa. Há muitas mães por aí… todas são mulheres de alma genuína, em fios de aço encapados por seda, belas e fortes mesmo com suas imperfeições, mas que amam rumo ao infinito. Com certeza você, assim como eu, tem várias. Porém, não mais especiais, algumas ecoam importância maior, aquelas que trabalham arduamente (e como!) para construir quem somos, cheios de indagações e desafios como num quebra-cabeça e a quem nos permitiu o milagre da vida. Feliz da mães, tanto para aquelas que possuem esse papel declaradamente quanto para as outras que mesmo sem ser oficialmente uma possuem postura de mãe.

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Meu relacionamento de amor com a caminhada

Pausa para o meu hobby

Oi, genteeem! Tudo bem?

Hoje quero falar de um hobby que eu adoro, a caminhada. Há alguns anos comecei a caminhar e correr pelas ruas de onde moro. A corrida me trouxe uma dor insuportável no joelho e, por isso, parei com ela e fiquei apenas na caminhada. Apenas não, porque a caminhada é tão benéfica quanto a corrida, e, de acordo com o que eu já ouvi e li, ela é até melhor a longo prazo.

Caminhar me ajuda em vários aspectos como na respiração, circulação, nos pensamentos… é uma verdadeira meditação. E os resultados aparecem no corpo também.

E apesar do meu romance com a caminhada ter já alguns anos, tive que pausar ela quando Helena nasceu, pois mesmo com a barriga imensa de nove meses de gestação, não aguentando meu próprio corpo, lá estava eu caminhando. Quando muito, dava a volta em três quarteirões e já voltava pra casa.

Helena veio ao mundo e pausei a caminhada. Pausei por um looongo período a ponto de perder o gostinho de como essa parada toda me fazia bem. Mas agora eu voltei hahaha, e espero não largar essa coisa boa mais. O dia clareia um pouco e lá estou eu dando meus passos largos, olhando pro céu, escutando o barulho da natureza, conectando comigo mesma. Caminhar, de fato, é um benéfico em todos os sentidos para mim. E você, curte caminhar?

 

Bjs, hasta luego!

Yoga e Meditação

Inteligência emocional é tão importante quanto inteligência cognitiva?

Escolas e universidades investem em inteligência emocionalEssa semana li uma notícia de que o governo negocia parcerias com universidades particulares para inserir na grade de aulas a disciplina de Inteligência Emocional. Recentemente, assinei um projeto de lei que propõe levar para as escolas públicas a prática da meditação e trabalhar a sensibilidade das pessoas. Eu percebo que nunca se falou tanto nesse assunto como ultimamente. Vocês também acham isso? E eu acho ótimo abordar questões ligadas ao emocional, pois os dados estão aí para comprovar de que a sociedade está tão doente a ponto de entrar em colapso a qualquer hora.

Em uma entrevista ao site da ISTOÉ Dinheiro, Augusto Cury diz que o Brasil – e o mundo – carece da habilidade do do controle do “eu”, da autoconfiança e de outras vocações associadas ao lado emocional. Ele afirma que uma das principais causas de grande lacuna humana é a tecnologia, o excesso de informações fragmentadas. “Em termos tecnológicos, em termos sociais, o mundo ficou mais rico, mais conectado, mas menos feliz. O desafio é saber converter a tecnologia em felicidade, como traduzir tudo isso em bem-estar, como transformar todo esse crescimento em pessoas mais proativas, mais generosas, mais empáticas, mais altruístas, mais felizes”, diz Augusto Cury ao portal da ISTOÉ Dinheiro.

Ele destaca um número alarmante: 82% dos casos de demissão em cargos de liderança em 2016 foram motivados por problemas comportamentais. O psicanalista afirma que as escolas e universidades estão formando pessoas doentes para uma sociedade doente e, como conseqüência, um mercado de trabalho mais doente ainda. “Se as universidades e as empresas não ensinarem a lidar com a emoção, as pessoas não irão parar de sofrer por antecipação. Não saberão filtrar estímulos estressantes. Não conseguirão deixar de lado aquilo que não lhe pertence”, diz na entrevista.

Levando em consideração que o Brasil perde US$ 60 bilhões por ano por transtornos emocionais, precisamos sim falar desse assunto, precisamos sim compartilhar ações positivas que buscam trabalhar aspectos comportamentais do ser humano nas universidades e nos ambientes de trabalho. Entrevistei para uma matéria sobre edutechs uma escola de ensino a distância (EAD) cujo foco é despertar nos alunos habilidades como autoconfiança, potencial criativo e capacidade para lidar com os desafios e as diferenças. Isso não é o máximo? Eu achei! Legal para indicar para aquela pessoa que talvez precise melhorar a sua autoconfiança e aperfeiçoar a forma de se relacionar com os outros. Tsá, diga aí se você não pensou isso?! Hahaha, faz parte. Masss, a gente sabe aquela velha máxima que para mudar o outro precisamos primeiro mudar a gente 😉 !

 

Bjs, hasta luego!

 

 

 

Tarologando

Resultado do tarot da semana

Oi pessoal! Meu nome é Sylia e sou apaixonada pelo tarot. Quando a Fê teve a ideia dessa seção eu adorei, mas antes tem umas coisinhas que queria falar sobre previsões e cartas.

Acredito que o tarot é uma ferramenta que pode nos dar insights para identificar áreas de melhoria, encontrar soluções (talvez não imediatas) para decisões difíceis e trazer informações adicionais para que possamos fazer escolhas mais informadas sobre vários aspectos de nossas vidas.

O tarot usado de maneira correta nos ajuda a desenvolver nossos potenciais internos, melhorando nossa vida e revelando os mecanismos que não contribuem para nossa evolução.

Quem simplesmente prevê o futuro deixa o consultante como mero espectador. Esse não é o meu foco, não acho que somos brinquedos nas mãos do destino já que somos capazes de criar a nossa própria realidade.

A felicidade é uma questão de escolha e não de sorte. O tarot não prevê o destino, mas pode ajudar a mudá-lo pois é um instrumento de tomada de consciência. Ele nos mostra uma projeção do agora iluminando o caminho. O futuro não está definido. Seja livre sempre!

Ah…vamos usar as iniciais das amigas que mandaram as perguntas, ok?

A primeira pergunta é da C.M:“Trabalho com o meu ex e a relação fica num vai e volta. Nossa sinergia é boa e temos sentimentos um pelo outro, mas ficamos nessa situação mal resolvida. Essa história ainda vai dar algum fruto afetivo? Ficamos juntos ou sigo em frente”?

C.M, me parece que você precisa passar por um momento de introspeção, compreender o por quê e para que você está vivendo essa situação com ele. Identificar as áreas vulneráveis, predisposições, medos, estados de ânimo e a partir do momento que você fizer essas reflexões você não será mais “manipulada”. Quando conseguir olhar a realidade interna com objetividade também vai conseguir olhar o relacionamento como é e não como você quer que seja.

Pode ser que esse relacionamento já tenha causado mágoas, será que não é a hora de se libertar? Às vezes precisamos deixar algo morrer para outra coisa nascer, um ciclo se encerrar para outro começar. Ou caso vocês realmente queiram ficar juntos a relação tem que passar uma renovação total, começar do zero mesmo. De qualquer forma me parece um momento de renascimento. Depois que você fizer todo esse exercício interno use esse novo momento para celebrar, estar no meio das pessoas que te fazem bem e simplesmente curta! Quando se faz todo esse caminho você percebe resultados práticos na sua vida. Você vai resgatar a sua confiança. Apenas tem que ficar ligada para não repetir os mesmos padrões.

A segunda pergunta é Manu (vou usar Manu porque é um apelido comum)“Gostaria de saber se vou continuar no Brasil ou se vou morar nos EUA?”

Manu, parece que ainda existem pendências aqui no Brasil, ou talvez falte um pouco de comprometimento com esses planos de morar fora no sentido de que alguns sacrifícios tem que ser feitos. A questão é: você está disposta?

A ideia precisa amadurecer um pouco ainda, tenha paciência. Se houver comprometimento você vai colher os frutos disso.

A cabeça está fervilhando de ideias que precisam ser postas em prática. Talvez seja difícil convencer a todos os envolvidos que esse plano seja bom, nesse caso é preciso usar todo o seu jogo de cintura e diplomacia. Mas creio que os caminhos estão abertos para essa mudança.

A terceira pergunta é da V.A“Estou com problemas com um inquilino e gostaria de saber se ele vai me pagar.”

V., havia uma relação de confiança que foi quebrada, sua boa natureza foi abusada, porém é hora de se impor. É um processo que já deve estar chegando ao fim, mas, no momento, tira o seu sono. As cartas pedem para você tomar uma atitude rápida e uma abordagem diferente da que você tem usado. Te ajuda?

A quarta e última da semana foi da B.F“Estou em um relacionamento com meu ex, pai da minha filha. Gostaria de saber se pode dar certo dessa vez.”

B., Talvez você se irrite com o comportamento imaturo dele às vezes, mas as qualidades parecem ser maiores que os defeitos. Ele parece estar mais maduro dessa vez, a relação em si me parece mais estável. As cartas são bem positivas e mostram uma certa solidez e um sentimento de família. Faça a escolha que vem do coração.

Pessoal, essas foram leituras rápidas e feitas à distância. Quando estamos frente a frente com o consultante, a troca é maior e mais profunda, mas espero ter ajudado vocês. Lembrem-se de mandar suas perguntas no syrehder@gmail.com. Nos vemos na semana que vem!

bjs,

Sylia 🙂

 

autoconhecimento · Pausa para um papo

Os medos depois que me tornei mãe

Hoje eu estava pensando sobre as forças e as fraquezas que a maternidade despertou em mim. Forças porque depois que me tornei mãe descobri coragens que eu não sabia que tinha e fraquezas porque também passei a ter vários medos que antes eu desconhecia ou, se tinha um ou outro deles, era de forma mais branda.

Por exemplo, sempre fui um pouco apavorada quando via alguém cair e se machucar. Hoje que sou mãe fiquei ainda pior com relação a isso rs. Confesso que não sou um primor em primeiros socorros, mas aprendi a duras penas durante esses três anos de vida materna que ser mãe é também ser um pouco enfermeira nas horas necessárias. Mesmo cagando de medo quando me deparo com a cena da Helena caindo e se machucando tento segurar a onda – confesso que não é tãaooo fácil assim – e evitar dela ficar mais apavorada.

Outro medo, ou melhor cautela nesse caso, é sobre dirigir nas estradas. Se antes eu tentava ser cuidadosa (inimigos falarão o contrário rs), agora eu sou cuidadosa ao quadrado. Mas um dos primeiros medos que me veio logo na maternidade foi o da Helena engasgar. Sério, me lembro de eu perguntar para a pediatra do neonatal o que fazer quando a bebê engasgasse. Eu ficava procurando os vídeos de primeiros socorros para casos de engasgo em bebês. Que doidera, eu sei…

Também tenho medo de andar com a Helena muito tarde da noite. Sem falar no medo de morrer ou de ficar doente, aff, cruz-credo!

E vocês, mamis lindas, qual o medo que adquiriram depois da maternidade? Algum que eu não destaquei aqui?

Tarologando

Novidade: tarot no blog!

Oi, genteeem!

Tenho uma novi pra contar!! Agora vocês podem conversar com as cartas por aqui! Tipo, deu ruim na relação? Tá com medo de perder o emprego? O Boy Magia é tudo isso mesmo? Enfim, a nossa taróloga particular vai te ajudar com as suas dúvidas. Toda semana ela responde a pergunta de alguém, que será publicada aqui nesse novo espaço místico, pensado pras amigas e pros amigos. Fiquem tranquilinhos, não precisamos divulgar o seu nome se não quiser.

Se interessou? Mande uma pergunta, seu nome ou codinome e data de nascimento para syrehder@gmail.com.

Mas é importante seguir a seguinte regra: uma pergunta por pessoa que não seja relacionada à saúde.

As primeiras previsões serão postadas até essa sexta-feira (05/04) aqui no blog. Fiquem ligados 😉

Tarô online
autoconhecimento · Pausa para um papo

Redes sociais pra que te quero?!

Em tempos onde a internet é a bola da vez, nós, usuários dela (incluindo adultos e crianças), estamos sujeitos a nos deparar também com o seu lado obscuro. Por isso, precisamos urgentemente nos voltar para essa ferramenta que veio para facilitar o nosso dia a dia com um olhar muito atento. Recentemente, a boneca mórbida e aterrorizante Momo virou notícia internacional por aparecer durante vídeos infantis no YouTube, amedrontando crianças e manipulando-as ao caminho do suicídio. Isso é apavorante. É o ápice da maldade do ser humano por traz de toda tecnologia. Diante desse fato que correu o mundo todo, matérias muito bem intencionadas surgiram com intuito de instruir os pais em como agir com relação a forma como os seus filhos interagem nas redes sociais, sobretudo no YouTube. O diálogo é o principal ponto de partida. Com ele, a criança tem um norte dos seus pais de como utilizar o entretenimento que a internet proporciona de maneira saudável, sem correr riscos, pois infelizmente estamos sujeitos a coisas muito negativas do outro lado da tela do celular, tablet ou computador.

Nós, como pais, sabemos da grande responsabilidade que temos na mão e textos nos instruindo sobre como agirmos com nossos filhos em relação ao assunto são sempre muito bem-vindos. Mas, aquela velha história de que primeiro precisamos olhar o nosso umbigo antes de observar o entorno vem à tona, por mais que se trate dos nossos filhos, já que para prestarmos atenção neles precisamos estar presentes não só em matéria, mas de corpo e alma também. E se tem algo que a internet faz é tirar muitas vezes a nossa atenção das pessoas com quem estamos e amamos. Nos desconectarmos de qualquer rede social durante o tempo com família e amigos é crucial, pois para aproveitar esses momentos é importante se perceber, notar o entorno. Sim, muitas vezes é um desafio, eu sei, a internet elevou na potência máxima o nosso pensamento e sensações que queremos estar online all the time! Porém, não é impossível ficar off durante horas, dias… Já fiquei várias vezes sem redes sociais e até celular. Das vezes que quebrei um aparelho parecia até um sinal para eu trabalhar a relação com as redes sociais em mim. Por isso digo, ficar off é benéfico para a gente e consequentemente para as pessoas ao nosso redor. Você já adotou algumas dessas atitudes abaixo? Se sim, o que achou? Se não, que tal tentar? Hihi 😉

– De manhã, evite olhar o celular assim que acordar, pois, quando não faz isso, o olhar celular deixa de ser prioridade do dia e você acaba esquecendo dele um pouco pelas próximas horas.

– Controle o seu tempo no celular! O insta, por exemplo, tem a função de programar o tempo que você passar dia olhando essa rede social.

– Pratique esportes. Caminhar, por exemplo, traz benefícios para o cérebro e libera serotonina, o mesmo hormônio, que segundos especialistas, liberamos quando as pessoas curtem nossas publicações nas redes sociais.

– Desligue o celular na hora de dormir ou fique longe dele. Ir dormir logo após ficar na rede social pode liberar uma pilha errada na gente e nos trazer certa ansiedade.